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D. Bertrand de Orleans e Bragança

O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança é trineto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel, a Redentora. É advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP. Coordenador e porta-voz do movimento   Paz no Campo, percorre o Brasil fazendo conferências para produtores rurais e empresários, em defesa da propriedade privada e da livre iniciativa. Alerta para os efeitos deletérios da Reforma Agrária e dos movimentos ditos sociais, que querem afastar o Brasil dos rumos benditos da Civilização Cristã, que seus antepassados tanto ajudaram a construir no País, hoje assolado por uma revolução cultural de carater socialista.


D. Bertrand responde no YouTube.
  1. Sobre Paz no Campo
  2. Sobre o MST
  3. Sobre os Quilombolas
  4. Sobre raça negra e escravatura
  5. Sobre o MST e o poder
  6. Sobre invasões do MST
  7. Sobre Reforma Agrária

:: segunda-feira, 27 de junho de 2016

OAB esclarece terrorismo indígena

27
JUN
2016

Comissões da OAB/MS indicam que índios provocaram conflitos em Caarapó

Blog o

Relatórios obtidos com exclusividade pelo blog reconhecem que a responsabilidade dos conflitos entre índios, produtores rurais e policiais militares, ocorridos em 12 de junho, no município de Caarapó, tiveram predominância da comunidade indígena.

Na ocasião, o confronto causou a morte do indígena Valdilio Garcia e ferimentos em Joziel Benites, Norival Mendes, Catalina Rodrigues de Souza Clodiode Aquileu Rodrigues, Jesus de Souza e Libersio Marques.

 O relatório da Comissão dos Direitos Humanos da OAB/MS é direto ao afirmar que “foram os indígenas que tomaram a iniciativa, por conta própria, sem comunicação ou autorização judicial, de invadir propriedades por força da publicação de uma portaria da Presidente da República Dilma Rousseff, sem, contudo, provocarem as autoridades constituídas (...) se tal entendimento fosse realmente favorável, haveria a adoção das determinações judiciais para que tais áreas lhe fossem restituídas”.

No relatório produzido pelo grupo da Comissão Permanente de Assuntos Indígenas (COPAI/OAB-MS) bate no mesmo ponto, afirmando que o líder indígena Tonico Benites, porta-voz da Atyguaçu, reconheceu também que os índios “agiram por conta própria”, não negando “atos de furto, vandalismo, incineração de viatura da polícia militar”.

Noutra parte do documento, lideranças indígenas ouvidas afirmaram que “nunca os produtores tinham utilizado armas para repelir ou tentar impedir as invasões, sempre usavam rojões, contudo, desta vez, além dos rojões, eles atiraram”.

O texto destacou que a aldeia de Caarapó tem aproximadamente 6,5 mil índios, dos quais 1,5 mil participaram do conflito.

No relato da Comissão de Direitos Humanos, os produtores foram uníssonos em confirmar que os “indígenas estavam municiados com armas de fogo (espingarda e revólveres), facões e arcos e flechas”, o que demonstra “o desejo de arriscar tanto a vida dos produtores rurais quanto de seu próprio grupo”.

A CDH da OAB-MS faz um repúdio às atitudes do representante do Ministério Público Federal, visto sua ação parcial no episódio. “Somente aos fazendeiros e produtores foi instaurado processo para apurar formação de milícia e homicídio, sendo que aos indígenas se dá um tratamento diferenciado quando estes também cometeram atrocidades”, afirma o documento.

Os relatórios publicados falam por si só (veja abaixo).

Relatório Questão Indígena Caarapó OAB MS

Relatório CDH Caarapó OAB MS

Relatório COPAI OAB MS




:: sábado, 18 de junho de 2016

Invasões orquestradas

Cacique guarani diz que invasões estão sendo orquestradas

Ramão Machado, cacique da etnia guarani, afirma que invasões de áreas urbanas é comandada por professores indígenas de outras cidades e por ONGs

Por: Marcos Santos - 15/03/2016 17h53

Cacique Renato afirma que invasões no entorno da aldeia não tem apoio de lideranças da Reserva. (Foto: Hedio Fazan)Cacique Renato afirma que invasões no entorno da aldeia não tem apoio de lideranças da Reserva. (Foto: Hedio Fazan)

 

O cacique guarani Renato Machado, uma das maiores lideranças da Reserva Indígena de Dourados, disse ontem em entrevista exclusiva ao O PROGRESSO, que as invasões de 14 áreas urbanas às margens da Perimetral Norte, não representam a vontade das lideranças das Aldeias Bororó e Jaguapirú. 'Ali tem professores de Amambai, diretora de escola, professores e servidores de universidade e até funcionário público que estão querendo apenas um terreno', denuncia Renato. 'Minha preocupação é que essas invasões acabem provocando discriminação da sociedade douradense com os povos indígenas, mesmo porque convivemos pacificamente com a população e nunca invadimos terra de ninguém', completa Renato.

Segundo ele, as invasões de sítios e pequenos lotes às margens da Perimetral Norte não partiram da comunidade. 'Pessoas de outras aldeias e funcionários de ONGs inventaram para algumas famílias que aquela terra era indígena e invadiram o local', denuncia o cacique. Ele ressalta que essas pessoas chegaram a procurar as lideranças das aldeias Jaguapirú e Bororó em busca de apoio para as ocupações, mas nenhum cacique quis se envolver com essas invasões. 'A gente quer terra para produzir e a área que eles estão invadindo não serve nem para plantar mandioca', observa Renato Machado.

O cacique pondera ainda que os grupos que organizaram a invasão dos terrenos e das chácaras estão brigando por poder. 'Eles não estão preocupados em ampliar as áreas produtivas da nossa Reserva Indígena, mas apenas em arrumar um lote para erguer suas casas', ressalta. 'Deixei claro para eles que a falta de terra não será solucionada com invasão desses sítios, mas preferiram seguir mesmo assim com as ocupações de terrenos e sítios', explica. 'Se você prestar atenção verá que os índios que estão nessas áreas chegam de carro e têm estrutura para montar os barracos, mas não têm qualquer vocação para cultivar a terra porque são empregados em escolas, órgãos públicos e em ONGs', completa.

Renato Machado defende que a ampliação da Reserva Indígena de Dourados seja fruto de uma negociação entre o governo federal e os proprietários das áreas rurais existentes no entorno das aldeias. 'O governo precisa saber quem está disposto a vender suas propriedades, comprar e assentar as famílias por critérios de integrantes e da vocação produtiva', sugere. 'Também não adianta dar terra por dar, porque muita gente vendeu o que tinha na Reserva Indígena e agora reclama que não tem onde morar', alerta.

Ainda segundo Renato Machado, lideranças de outras ocupações na região de Dourados estão se infiltrando na Reserva Indígena para fumentar a ocupação dessas pequenas propriedades vizinhas às aldeias. 'Basta as autoridades identificarem cada uma delas para saber quem é da Reserva Indígena e quem veio de fora', sugere. 'Por exemplo, professores indígenas são contratados de aldeias de outras cidades e quando chegam aqui passam a orientar essas ações', completa. 'Fui chamado para participar desses atos, mas, mesmo passando por sessões de hemodiálise semanalmente e na fila para transplante de rim, prefiro cultivar a terra que tenho na aldeia e viver do que produzo', finaliza Renato Machado. http://www.progresso.com.br/caderno-a/rural/cacique-guarani-diz-que-invasoes-estao-sendo-orquestradas

 





:: sábado, 18 de junho de 2016

Revogação dos decretos absurdos

                Colatto pede revogação de 75 Decretos ao Ministro da Justiça

O deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC) esteve em audiência no dia 7 de junho, com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Foi levado até o ministro, pedido de revogação de 75 decretos publicados pela presidente afastada, Dilma Rousseff, nos últimos meses de governo, de demarcações de terras indígenas, quilombolas e de destinação de terras para a reforma agrária.
Segundo Colatto, a audiência foi positiva. “Explicamos a importância da segurança jurídica, do direito de propriedade. O governo anterior desapropriou terras de agricultores para assentamentos de indígenas, MST e quilombolas em todo o Brasil. Ministro vai avocar os processos para reanálise e decisão”.
Outros deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) também acompanharam a reunião.
Precisa revogar o decreto 4887/2003 que viola o Art. 68 da Constituição.
                    
             FPA recebe Geddel e aguarda encontro com Temer
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) recebeu no dia 7 de junho, o ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Geddel Vieira Lima. 
De acordo com o deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), membro da Frente, entre os principais pontos da pauta apresentada pela FPA a Geddel consta a revisão dos últimos atos assinados pela presidente afastada, Dilma Rousseff, que publicou diversos decretos de demarcações de terras indígenas, quilombolas e de destinação de terras para a reforma agrária; e a revogação do Decreto n° 7.920, que cria o Conselho Interministerial de Estoque Públicos de Alimentos – CIEP. Para Colatto, este último, deixou a compra de alimentos em balcão na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) “demasiadamente morosa e burocrática”.
Durante o encontro, Geddel disse que vai convidar o presidente da República, Michel Temer, para um almoço com a FPA. “Combinei com o presidente da FPA, deputado Marcos Montes, de agendar uma visita do presidente Michel Temer para trocar ideias e, quem sabe, já anunciar algumas medidas do governo que possam vir ao encontro do que são as legítimas, justas e, sobretudo, necessárias reivindicações do agronegócio”, afirma.

Renda do agricultor familiar aumentou 285% após crédito fundiário
Na CPI da Funai e Incra, Colatto afirma que o crédito fundiário deu certo em Santa Catarina
O aumento na produtividade agrária após inserção do produtor no crédito fundiário foi o principal tema da audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados, realizada no dia 10 de junho, que investiga a atuação da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na demarcação de terras indígenas e quilombolas. 
O sub-relator da comissão, deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC) convidou o diretor de Políticas da Agricultura Familiar e da Pesca, da Secretaria de Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, Hilário Gottselig, para apresentar dados sobre a política de crédito fundiário no estado.
Gottselig afirmou que a renda do agricultor familiar aumentou em 285% ao ingressar no crédito fundiário. Porém, com o aumento na produção local, a área dos agricultores ficou menor do que a necessária para plantação. 
“O agricultor vem crescendo e produzindo, e a área que ele adquiriu já não é mais o suficiente e ele tem que arrendar de terceiros. Em pesquisa realizada, os profissionais afirmaram que o maior problema é a falta de mão de obra e área insuficiente para a expansão”.
Gottselig criticou o valor de R$ 80 mil para o financiamento das terras no crédito fundiário. “Deveriam mudar o regramento único para o país porque em outros estados R$ 80 mil pode ser muito, mas em Santa Catarina só é possível comprar uma pequena área de baixa qualidade”. Ele sugeriu que a quantia aumente para R$ 140 mil por propriedade.
O deputado Colatto reprovou a reforma agrária e defendeu o crédito fundiário. “É o modelo que está errado, falido, e deu grandes despesas para a União. Já o crédito escolhe pessoas que tem vocação para a agricultura, que são filhos de agricultores, pessoas que vivem na roça, essas pessoas que vão realmente produzir”, disse.
Segundo o parlamentar catarinense, a CPI quer apresentar um modelo agrário mais econômico e eficaz para o País. “Queremos usar bem o dinheiro público e fazer com que realmente funcione. Se tiver que mudar alguma lei, nós vamos mudar, e vamos apresentar para o Brasil um novo modelo, mais barato, e que realmente funcione”, afirma.





:: terça-feira, 14 de junho de 2016

Perigo do ambientalismo radical

Dom Bertrand adverte sobre perigo do ambientalismo

Celso Cordeiro Filho
Foto: Rodrigo Silveira 

 

“O Brasil está em uma encruzilhada histórica. Ao lado da esperança de afinal reencontrar o caminho certo, há o risco de falsos rumos. Após uma provável queda do projeto socialista no Brasil, que poderá ocorrer com o fim do modelo lulopetista, precisamos estar alertas ante falsas alternativas, que poderão nos levar ao mesmo abismo a que a cobra socialista nos está tentando conduzir nos últimos anos.” A advertência foi feita no final da tarde de sábado (11), na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), pelo príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, que analisou o momento político brasileiro.

Convidado pela seção local do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, quando foi saudado por Fábio Cardoso — que enalteceu as qualidades do orador e ressaltou o trabalho que desenvolve há anos pela integridade da doutrina católica —, o conferencista, inicialmente, fez uma saudação à Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, e entoou o “Pai Nosso”, acompanhado pela expressiva plateia que se fazia presente à CDL. Entre os muitos conceitos emitidos, chamou a atenção para o movimento ambientalista, que, para ele, tem segundas intenções como prenuncia o título de sua conferência: “Psicose ambientalista: os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma ‘religião’ ecológica, igualitária e anticristã”.

Após discordar da máxima de que a “Amazônia é o pulmão do mundo”, lembrou que, entre os países mais poluidores, o Brasil se encontra na 17ª posição, com 1,4% de despejo de gás carbônico (CO2) na atmosfera. “Em primeiro lugar, está a China, com 23%, seguido dos Estados Unidos, com 19%, Rússia, 5,5%, e Índia, 4,8%. Não há esse perigo propagado pela mídia de que o mundo ficará irrespirável dentro de poucos anos. Está provado cientificamente que todas as camadas (polares e afins) se renovam dentro do processo natural, que é comum à natureza em todo o mundo”, observou.

No entanto, ele fez questão de salientar que, naturalmente, o homem tem a obrigação de preservar, de conservar e de manter as florestas, os cursos d’água (rios) e as reservas naturais. “Afinal, é uma dádiva de Deus e não podemos destruí-la, mas daí se criar um falso alarmismo esconde segundas intenções. Outra balela: vai faltar comida no mundo? Tomemos o Brasil como exemplo: somos um dos maiores produtores agrícolas do mundo. O agronegócio rende altas somas a ponto de equilibrar o orçamento brasileiro. Temos 47,3% de energia renovável. Enfim, somos um país riquíssimo”, acrescentou. Dom Betrand lamentou não poder dizer o mesmo em relação à nossa classe política.

Outro ponto polêmico em que tocou foi a reforma agrária que, segundo sua avaliação, é um fracasso e, durante o governo da presidente afastada Dilma Rousseff, “pior ainda”. E explicou: “Segundo as últimas estatísticas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), temos, hoje, 84 milhões de hectares distribuídos entre os assentados e nada de produtivo foi obtido. Temos, assim, uma pobreza rural sustentada pelo governo em nome de um socialismo que não funciona, não funcionou (outras tentativas) e não funcionará por ser inexequível” completou. Ao final, foi muito aplaudido, cumprimentado e autografou exemplares de vários livros que já publicou sob o patrocínio do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira. Espera voltar logo a Campos: “Tenho uma excelente relação com a cidade e sua gente.”

Folha da Manhã, Campos dos Goytacazes, 14/06/2016.

 





:: segunda-feira, 13 de junho de 2016

A República é uma Festa

                            A República é uma Festa

 QUINTA-FEIRA, 9 DE JUNHO DE 2016

JORNAL EXTRA: A REPÚBLICA É UMA FESTA. E NÓS PAGAMOS CARO POR ELA

Por Bruno Garschagen 


Num país Monárquico, parlamentar e rico como a Inglaterra, o primeiro-ministro não mora num palácio, mas no terceiro piso de uma casa no centro de Londres, a 10 Downing Street, onde também funciona o seu escritório e a sede do governo.

Num país republicano, presidencialista e não-rico como o Brasil, o presidente tem dois palácios à disposição: um para morar ( Palácio da Alvorada, residência oficial) outro para trabalhar ( Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo Federal).

Num país Monárquico, parlamentar e rico como a Inglaterra, o primeiro-ministro não tem funcionários para lhe fazer café nem cafuné.

Num país republicano, presidencialista e não-rico como o Brasil, uma presidente temporariamente afastada tem no Palácio da Alvorada 30 funcionários e servidores à sua disposição e gasta R$ 62 mil por mês apenas com despesas de alimentação. Dilma Rousseff acha pouco; Lula reclamou que logo terão que comer em marmitex.


Num país Monárquico, parlamentar e rico como a Inglaterra, quando o governo comete erros e coloca o país em apuros, o gabinete é demitido, o parlamento é dissolvido e são convocadas novas eleições. Resolve-se o problema político para não criar outros problemas ou aprofundar os já existentes.

Num país republicano, presidencialista e não-rico como o Brasil, uma presidente como Dilma pode passar mais de cinco anos destruindo o país e só será afastada se cometer crime de responsabilidade - se o Congresso considerá-lo como tal. Mas aparelhar o governo, colocar o Estado a serviço do PT e destroçar a economia, isto pode. E sem chance de ser destituída (o).

Deve ser mesmo muito difícil viver numa Monarquia.




:: segunda-feira, 30 de maio de 2016

Responsabilidade civil da CNBB na ação do CIMI

Responsabilidade civil da CNBB na ação do CIMI contra o Estado de Direito

Posted: 29 May 2016 01:30 AM PDT

Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB
e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs









continuação do post anterior: Produtores e indígenas vitimados pela conduta ilícita do CIMI





Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Todavia, ainda se tratando de responsabilidade civil, é de se considerar quem mais poderá responder pelos prejuízos causados pelo CIMI, além da própria entidade.

O CIMI inegavelmente é vinculado à Igreja Católica.

Consta expressamente em seu site que se trata de uma instituição ligada à Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros que, por via de consequência, é vinculada à Igreja Católica.

No sitio eletrônico da CNBB é possível encontrar, no tópico que trata das missões ou finalidades do órgão que: [página 217]

A CNBB, no âmbito de suas finalidades e competência:

• manifesta solicitude para com a Igreja e sua missão universal, por meio de comunhão e colaboração com a Sé Apostólica e pela atividade missionária, principalmente ad gentes;

• favorece e articula as relações entre as Igrejas particulares do Brasil e a San ta Sé;

• relaciona-se com as outras Conferências Episcopais, particularmente as da América, e com o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM).Resta inequívoco que a atuação da CNBB é vinculada à Igreja Católica e, por conseguinte, o mesmo se pode concluir em relação ao CIMI.

Ainda, no depoimento prestado por D. Roque Paloschi a essa CPI, perguntado a respeito de seu incompreensível (ou conveniente) estado de ignorância quanto aos ilícitos praticados por membros do CIMI no Estado de Mato Grosso do Sul, expressamente afirmou que seria a Igreja Católica a responsável pelo acompanhamento de suas ações no Estado, devido à impossibilidade de controlar todos os seus colaboradores.

Inclusive nesse momento de seu depoimento [página 218] D. Roque Paloschi expressamente referenciou o Bispo Dom Dimas, como sendo um dos responsáveis pela orientação desses missionários no Mato Grosso do Sul, na qualidade de Bispo da Igreja Católica.

Dom Roque Paloschi, atual presidente do CIMI
Dom Roque Paloschi, atual presidente do CIMI
De modo que, nos termos do que estabelece o art. 932, III e art. 933 do Código Civil, entendo que poderá a Igreja Católica ser responsabilizada pelos prejuízos causados pelo CIMI, tendo em vista a vinculação das entidades, a utilização de estruturas em comum, do apoio mútuo, enfim, da cumplicidade nos atos praticados, por ação ou omissão.

Por fim, entendo que há a pertinência de apuração de outras responsabilidades além dos membros do CIMI.

Verifica-se pelos documentos acostados ao presente procedimentos que membros de outros órgãos e instituições podem, potencialmente, estar interferindo nas condutas adotadas pelos indígenas, o que seria, no entendimento deste relator, identicamente ilegal.

De modo que é necessário que todos os crimes e ilícitos cometidos sejam apurados com rigor e severidade máximos, pelas autoridades competentes. [página 219]

Os encaminhamentos propostos por este relator são o envio do relatório para os seguintes órgãos e autoridades, com requisição por parte da CPI, para a tomada das medidas e providências cabíveis em relação aos membros do CIMI mencionados no tópico anterior:

1. Governador do Estado de Mato Grosso do Sul.

2. Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul.

3. Ministério Público Federal, na pessoa do Procurador-Geral da República.

4. Conselho Nacional de Justiça.

5. Conselho Nacional do Ministério Público.

6. Polícia Federal.

7. Secretaria de Segurança Pública do Mato Grosso do Sul.

8. Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

9. Seccional de Mato Grosso do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil. [página 220]

10. Presidência da República.

11. Ministério da Defesa.

12. Comissão Parlamentar de Inquérito da FUNAI e do INCRA, no Congresso Nacional.

13. Senado Federal.

14. Vaticano.

15. Representação da Santa Sé no Distrito Fe-deral.

16. CAFOD. [CAFOD= Agência Católica para o Desenvolvimento Exterior, fundo católico de Inglaterra e Gales, parte da Cáritas Internacional, que financia o CIMI desde o exterior]

Órgãos católicos como o CAFOD financiam  muitos agentes da revolução esquerdista no Brasil.  Fotos do site do CAFOD. CPI: "um plano, um agir contrário ao Estado de Direito, em âmbito nacional e internacional"
Órgãos católicos do exterior como o CAFOD financiam
muitos agentes da revolução esquerdista no Brasil.
Fotos do site do CAFOD.
'CPI do CIMI' denuncia 'um plano contrário ao Estado de Direito,
em âmbito nacional e internacional'
Em meu entendimento, o envio de documentos desta CPI com requisição de providências é ato da maior importância, porquanto o que se requer é a tomada efetiva de providências por parte dos órgãos competentes, com base no poder de polícia de que é investida a Comissão Parlamentar de Inquérito.

O envio do presente relatório aos órgãos acima mencionados tem por finalidade que estas nominadas instituições, no âmbito de suas competências e atribuições, possam [página 221] tomar as medidas necessárias e cabíveis para a apuração das responsabilidades de todos os envolvidos.

Nesse ponto entendo que é importante inclusive haver uma investigação mais rigorosa a respeito do ingresso de valores de organizações internacionais para projetos deliberadamente contra o desenvolvimento do país, pois trata-se de um ataque que vem sendo realizado contra a soberania do país, na clandestinidade e por meios aparentemente legais, mas que chama a atenção no que tange aos volumes de recursos e também na organização dos movimentos.

Pude constatar, ao longo dos trabalhos, que o alcance das conclusões dessa CPI acabaram por ultrapassar a conduta de uma pessoa jurídica de direito privado e seus membros (CIMI) na segurança pública do Mato Grosso do Sul, mas descobrimos, em meu entendimento, muito mais do que isso, um plano, um agir contrário ao Estado de Direito, em âmbito nacional e internacional, que precisa ser tornado público, do conhecimento de todas as autoridades competentes, para que as providências urgentes e veementes possam ser tomadas para a preservação da soberania nacional. [página 222]

Por ser este o entendimento deste relator, notadamente no que diz respeito à responsabilidade de membros do CIMI pelos ilícitos praticados, conclui-se pela pertinência do encaminhamento do presente relatório, para a tomada das medidas cabíveis.

É o relatório.

PAULO CORREA
Deputado Estadual –Relator

O texto completo pode ser lido ou descarregado no site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul neste endereço.

Fonte Blog Verde nova cor do comunismo




:: quinta-feira, 26 de maio de 2016

Relatório final da CPI do CIMI 2

Produtores e indígenas vitimados pela conduta subversiva do CIMI

Posted: 25 May 2016 07:30 PM PDT

Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



continuação do post anterior: Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda estarrecedora subversão comuno-missionária pintada de verde ambientalista



Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Mas, depois de analisar todos os depoimentos e provas do processo, sou forçado a concluir que também os indígenas foram prejudicados, igualmente de forma irreversível, pela conduta ilícita do CIMI.

Foram gerações de indígenas criadas com base no sentimento sectário, tendo incutido o ódio e o desrespeito às instituições, através de uma travestida defesa de seus interesses.

O CIMI não conseguiu trazer para o processo um único projeto realizado em prol da comunidade indígena, de educação, saúde, enfim, nada.

E, importante frisar, somente no ano de 2013 foram mais de R$ 7.000.000,00 recebidos de instituições estrangeiras.

Segundo dados de seus balanços, mais de R$ 4.000.000,00 seriam destinados ao pagamento de pessoal.

Ora, mas como se todos os integrantes e ex-integrantes do CIMI, inclusive o Sr. Cleber Buzato, informaram que prestavam trabalho praticamente voluntário?

Para onde vão esses recursos. De outro lado, verifica-se que há depoimento de indígenas afirmando categoricamente que Flávio Machado [página 211] forneceu recursos para a aquisição de armas no Paraguai para suportar invasões de propriedades privadas.

Os índios vêm sendo, em verdade, iludidos, ludibriados, enganados pelo CIMI.

Manipulados em sua miséria, infelizmente, e da qual não podem ser responsabilizados os produtores rurais, para atuarem conforme os escusos interesses do CIMI e de organizações internacionais, que certamente compromisso algum possuem para com o Brasil.

Não é justo, em verdade é cruel utilizar-se da miséria humana, ainda mais em nome de Deus, da bandeira da Igreja Católica, para manipular interesses em prol de interesses próprios, escusos e espúrios.

Por certo que não terão as autoridades constituídas, tão questionadas pelo CIMI em todos os seus atos, a mínima clemência quando da análise das responsabilidades.

CPI: não há dúvidas de que o CIMI incita e estimula a invasão de propriedades
CPI: não há dúvidas de que o CIMI incita e estimula a invasão de propriedades
Os produtores rurais, de outro lado, os grandes prejudicados, as inegáveis vítimas da ilegalidade praticada pelo CIMI.

Famílias com sonhos desperdiçados. Também vítimas da desesperança, causada pela interrupção dos [página 212] sonhos, dos projetos, do empreendedorismo.

Questionados em um dos direitos mais importantes e caros ao Estado de Direito, a propriedade, no caso livremente constituída.

Acusados constantemente de grileiros por membros do CIMI, em todas as mídias sociais, inclusive no exterior.

Recentemente acusados, também pelo CIMI, de que seus produtos, soja e carne, possuem sangue de crianças indígenas.

Nada mais ignominioso, ultrajante.

Como se não bastasse toda a conduta praticada pelo CIMI contra o agronegócio, de forma deliberada, dolosa, houve ainda, no final do ano de 2015 uma leviana campanha difamatória da qual efetivamente o CIMI participou.

Divulgou-se aos quatro ventos, em todos os meios de comunicação, que a carne e a soja do Mato Grosso do Sul estariam contaminados com sangue de crianças indígenas.

O CIMI foi um desses órgãos que fez questão de divulgar, em todos os meios possíveis, o ataque leviano, desonesto ao agronegócio.

Sessão do CIMI na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul
Sessão do CIMI na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul
Fora realizado um culto ecumênico na Assembleia Legislativa em que fora lançada oficialmente a campanha, em que D. Roque Paloschi, de forma expressa, [página 213] menciona a necessidade de boicote, sendo que na ocasião estavam igualmente presentes vários membros do CIMI, dando suporte à campanha.

Ora, não se pode aceitar que uma campanha desse nível seja realizada sem a devida responsabilização de todos os envolvidos.

É uma absoluta inverdade que tem por objetivo única e exclusivamente denegrir o agronegócio no Estado, inviabilizar a atividade, tudo com vistas a provocar um estado de insegurança jurídica, o que, aliás parece ser a cartilha seguida pelo CIMI.

Os responsáveis pela campanha, embora não totalmente identificados, ganharam o apoio de várias instituições, que auxiliaram na divulgação da infâmia contra o agronegócio do Mato Grosso do Sul e contra os produtores rurais de nosso Estado.

E, com relação a essa campanha difamatória contra o agronegócio, ao ser inquirido nesta CPI, o Secretário Geral do CIMI, Cleber Buzato, expressamente confessou ter sido a entidade um dos meios de divulgação das falsas notícias contra o Agronegócio.

Ainda Cleber Buzato declarou [página 214] ainda sem qualquer tipo de constrangimento que a entidade apoiou a iniciativa.

Como mencionado acima, trata-se de uma campanha mentirosa. Não guarda qualquer relação com a realidade.

Através dessa ignominiosa campanha acabaram todos os produtores rurais do Estado sendo tachados de assassinos de crianças indígenas!

Isso é um absurdo.

D. Roque Paloschi foi desmentido, desmascarado nesta CPI quando afirmou que havia assassinatos de indígenas por produtores rurais, pois dos números apresentados verifica-se que os responsáveis pelas mortes de indígenas são os próprios indígenas, e não produtores rurais.

Cléber César Buzatto, secretário geral do CIMI e Dom Erwin Kräutler anterior presidente do órgão.  Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil
Cléber César Buzatto, secretário geral do CIMI e Dom Erwin Kräutler
anterior presidente do órgão.  Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil
São dados oficiais, da Secretaria de Segurança Pública do Estado, não sendo possível que se venha a afirmar em público que há crianças indígenas sendo assassinadas por produtores rurais.

Essa campanha ultrapassa em muito a irresponsabilidade, a temeridade.

Trata-se de um ato doloso, da mais vil pretensão, que deve ter a maior reprimenda possível.

Há lucros cessantes a serem apurados, produtores rurais que foram prejudicados em suas atividades por força da difamação [página 215] da uma campanha mentirosa que, como visto, contou com o apoio do CIMI.

Há ainda outra consideração que entendo importante a respeito das conclusões decorrentes dos trabalhos realizados e das provas coletadas na presente CPI.

Não se pode negar que pelo acervo probatório dos autos resta inequívoco que houve atuação direta do CIMI na incitação à violência e invasão de propriedades rurais.

Vários indígenas, inclusive, espontaneamente prestaram depoimentos nesta CPI, atestando de forma cabal que havia influência do CIMI nas comunidades indígenas, para a invasão de propriedades.

Em verdade, como restou demonstrado, a tática perversa do CIMI era justamente identificar as necessidades, as mazelas das comunidades indígenas e prometer recursos financeiros para as áreas invadidas.

Ou seja, expressamente passava aos indígenas que, se invadidas propriedades, haveria recursos financeiros.

Para aqueles que sofrem todo tipo de privação, agora açodados pela desesperança provocada pelo CIMI, não há dúvidas de que [página 216] uma postura como essa incita e estimula, quase que como condição de sobrevivência, a invasão de propriedades.

Pois bem. Constatado que houve essa atuação ilícita do CIMI, como mencionado acima, há a necessidade de responsabilização do órgão. 

A responsabilização civil pelos danos e prejuízos causados, individual e coletivamente, e a criminal de seus membros, conforme as apurações a serem realizadas.

O texto completo pode ser lido ou descarregado no site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul neste endereço.

continua no próximo post: Responsabilidade civil da CNBB na ação do CIMI contra o Estado de Direito - Fonte Blog Verde nova cor do comunismo




:: segunda-feira, 23 de maio de 2016

Relatório final da CPI do CIMI

Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda estarrecedora subversão comuno-missionária pintada de verde ambientalista

Posted: 22 May 2016 01:30 AM PDT

Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios, em Sidrolândia (MS)
Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios, em Sidrolândia (MS)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



O verde a nova cor do comunismo? Isso não é muito exagero? – comenta por vezes algum objetante – Pode ser que alguns tresloucados fale ou façam coisas amalucadas a propósito de ecologia e meio-ambiente, mas sempre será algo colateral e episódico!

Não! – pode acrescentar um leitor logrado – não se pode achar que por trás do ambientalismo radical possa haver uma ideologia de tipo comunista, um marxismo travestido após a debacle da URSS!

Tampouco pode se supor uma organização com milionário financiamento internacional, uma articulação que usa a fraude e a malícia para introduzir uma nova religião afim com o marxismo, e que para isso manipula as causas da natureza e das tribos indígenas para subverter o Brasil e o mundo!

Ainda mais irreal, continua o imaginário objetante, é supor que essa crença, ou religião, de fundo comunista pretenda acabar com o progresso, extinguir a civilização e a cultura como nós a conhecemos, e reduzir a humanidade a uns míseros bandos que vagueiam pelas florestas ou pelos desertos desnutridos, adoentados, como se esse fosse o ideal dos filhos de Deus!

Também soa absurda e inexequível a compensação que seria oferecida pelos arautos dessa utopia malsã.

Quer dizer, a promessa ébria de um homem integrado na natureza que é cultuada como se fosse um deus, panteísta e ecumênico. Um novo relacionamento com o planeta pautado por gurus-profetas que auscultariam as mensagens que vêm das entranhas mais profundas e quentes da Mãe Terra enviados por um espírito que os habitaria!

Ah!, não, não, não! Isso é muito exagero, positivamente há muito engano no blog “Verde: a nova cor do comunismo”!

Em numerosos posts, anos a fio, temos procurando atender a essa compreensível dificuldade. Compreensível, pois quem iria imaginar que bandeiras de defesa da ordem natural, em si mesmas tão simpáticas, iriam ser manipuladas para conduzir ao polo oposto daquele a que deveriam levar.

CPI do CIMI aprovou relatório final.
CPI do CIMI aprovou relatório final.
Entrementes, das centenas de documentos que temos reproduzido, citado ou comentado em nosso blog, nunca tivemos em mãos um de uma tal gravidade, autoridade e com um tal volume de informações como o Relatório Final da “CPI do CIMI”, do qual apresentamos as conclusões a continuação, dentro do espaço limitado de um blog.

A “CPI do CIMI”


A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (“CPI do CIMI”) sobre as atividades naquele estado do Conselho Missionário Indigenista (CIMI) órgão ligado à Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O texto completo pode ser lido ou descarregado no site da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul neste endereço.

O Relatório final teve como Relator o deputado estadual Paulo Correa – (PR/MS). Integraram a Comissão os deputados Mara Caseiro (presidente, PSDB-MS), Marquinhos Trad (vice-presidente, PSD-MS), Onevan de Matos (PSDB-MS) e Pedro Kemp (PT-MS), com a assessoria jurídica dos advogados Gustavo Passarelli da Silva (OAB/MS 7602) e Pedro de Castilho Garcia (OAB/MS 20.236).

O inquérito foi aberto em setembro de 2015. O colegiado realizou 25 reuniões de trabalho e 36 depoentes passaram pelo plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS).

O Relatório final foi aprovado pelo plenário do Legislativo sul-mato-grossense na terça-feira 10 de maio de 2016.

Reproduzimos a continuação as CONCLUSÕES FINAIS.


CONCLUSÕES FINAIS E ENCAMINHAMENTOS


Como fiz questão de ressaltar no início do relatório, as provas inicialmente encaminhadas e que serviram para a constituição do fato determinante, já eram [página 205] indícios fortíssimos da participação do CIMI na incitação à violência e a invasão de propriedades privadas

A análise de todas as demais provas do processo, notadamente os depoimentos prestados em audiências realizadas nesta Casa de Leis, foi importantíssima na formação do convencimento deste relator da efetiva participação do CIMI nos atos mencionados na denúncia.

Mais do que isso, foram importantes para desvendar um nefasto plano de desestabilização do agronegócio, das instituições, dos poderes constituídos, por parte do CIMI.

Um plano muito bem arquitetado, que teve início em 1972 com a Convenção de Barbados, em que foram definidas as molas mestras da atuação do CIMI no Brasil, e por conseguinte, no Mato Grosso do Sul.

Em consulta ao site do CIMI é possível verificar sua forma de atuação:

Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB, antropóloga Lúcia Helena Rangel e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá, no lançamento do Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil. Foto: Antonio Cruz /Agência Brasil
Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB, antropóloga Lúcia Helena Rangel
e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá, no lançamento do Relatório de
Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil. Foto: Antonio Cruz /Agência Brasil
O CIMI é um organismo vinculado à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) que, em sua atuação missionária, [página 206] conferiu um novo sentido ao trabalho da igreja católica junto aos povos indígenas.

Criado em 1972, quando o Estado brasileiro assumia abertamente a integração dos povos indígenas à sociedade majoritária como única perspectiva, o CIMI procurou favorecer a articulação entre aldeias e povos, promovendo as grandes assembleias indígenas, onde se desenharam os primeiros contornos da luta pela garantia do direito à diversidade cultural.

O objetivo da atuação do CIMI foi assim definido pela Assembleia Nacional de 1995:

“Impulsionados(as) por nossa fé no Evangelho da vida, justiça e solidariedade e frente às agressões do modelo neoliberal, decidimos intensificar a presença e apoio junto às comunidades, povos e organizações indígenas e intervir na sociedade brasileira como aliados (as) dos povos indígenas, fortalecendo o processo de autonomia desses povos na construção de um projeto alternativos, pluriétnico, popular e democrático.”

Os princípios que fundamentam a ação do CIMI são:

– o respeito à alteridade indígena em sua pluralidade étnico-cultural e histórica e a valorização dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas;

– o protagonismo dos povos indígenas sendo o CIMI um aliado nas lutas pela garantia dos direitos históricos;

– a opção e o compromisso com a causa indígena dentro de uma [página 207] perspectiva mais ampla de uma sociedade democrática, justa, solidária, pluriétnica e pluricultural.

E para esta nova sociedade, forjada na própria luta, o CIMI acredita que os povos indígenas são fontes de inspiração para a revisão dos sentidos, da história, das orientações e práticas sociais, políticas e econômicas construídas até hoje.

Verifica-se que dentre os princípios fundamentais do CIMI não está o respeito à ordem estabelecida, aos poderes constituídos, à legislação e à Constituição Federal da República.

O desrespeito à soberania, aos poderes constituídos, às instituições, a utopia, a teimosia e a ousadia, condutas assumidamente adotadas pelo CIMI, são a marca indelével de sua atuação.

No caso do Mato Grosso do Sul verifica-se que o plano de atuação começa com a chegada dos membros Nereu Schneider, Olivio Mangolin e Maucir Pauletti.

Dom Roque Paloschi, atual presidente do CIMI, durante a 54ª Assembleia Geral da CNBB, Aparecida. Foto: Augusta Eulália Ferreira
Dom Roque Paloschi, atual presidente do CIMI,
durante a 54ª Assembleia Geral da CNBB, Aparecida.
Foto: Augusta Eulália Ferreira
Através da solicitação de vultosos recursos para a invasão de propriedades [página 208], passaram a frequentar as comunidades indígenas para causar a cizânia, a descrença, a desesperança.

Ao mesmo tempo, cuidam de fomentar publicações, como a de Antônio Brant, a respeito da Nação Guarani, um texto pouco ou quase nada ufanista, mas extremamente perigoso, porque serviu de base para vários antropólogos elaborarem seus laudos em processos demarcatórios.

O mesmo se pode dizer para a publicação realizada por Maucir Pauletti, membro do CIMI, em que tenta atribuir a causa dos suicídios pelos indígenas à falta de terras, como que a profetizar que a salvação estava no aumento de suas territorialidades para, posteriormente, apresentar a solução: isso se dá através da luta, da desconsideração das legislações nacionais, enfim, da desobediência.

Foi através de atos como esses que na década de 90 iniciam-se esse conjunto de ações concatenadas cujo nefasto efeito agora é notado.

O Estado Brasileiro não pode se quedar inerte, impávido, diante de tamanha agressão a sua soberania.

As condutas constatadas e provadas no presente procedimento [página 209] são da mais alta gravidade.

Trata-se de incitação ao crime, à desobediência, ao ódio, ao sectarismo, enfim, todos os ingredientes necessários para que uma nação democrática sucumba, como em muitos outros exemplos na história já foi possível notar.

E não se esmoreçam os que ouvirem os gritos, lamúrias e ironias em sentido contrário, de que não se passam, conclusões como as alcançadas neste relatório, de um cenário fantasioso, excessivo e conspiratório, pois é justamente esse o argumento sempre utilizado em todas as ditaduras, sistemas autoritários, para dissipar a resistência da sociedade.

Faço aqui uma consideração em relação às comunidades indígenas, que também julgo, como os produtores rurais, os grandes prejudicados pelas condutas praticadas pelo CIMI.

Os produtores rurais, de quem cuidarei mais a seguir, foram e estão sendo prejudicados de forma irreversível pelo CIMI. [página 210]

continua no próximo post: Produtores e indígenas vitimados pela conduta subversiva do CIMI - Fonte Blog Verde a nova cor do comunismo




:: quinta-feira, 19 de maio de 2016

Brasil refém de bandidos

Artigos

Esquerda radical declara guerra ao Brasil

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Chega de o Brasil ficar refém de bandidos.

Chega de o Brasil ficar refém de bandidos.

O péssimo exemplo vem de cima. São as próprias lideranças do PT que instigam em seus braços armados na militância o comportamento destrutivo. Ao afirmarem que não reconhecem o governo Temer, que assumiu após um amplo processo legal e constitucional e foi eleito na mesma chapa de Dilma, esses petistas tentam mesmo incendiar o país. Suas hostes militantes logo se animam. O discurso é de ódio. A esquerda radical declarou guerra ao Brasil.

Mas se forem por esse caminho, vão se dar mal. Recém-empossado como novo ministro da Justiça, o ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, defendeu nesta quinta-feira (12) que a atuação violenta de movimentos de esquerda deverá ser combatida: “A partir do momento que seja MTST, ABC, seja ZYH, que deixam o livre direito de se manifestar para queimar pneu, colocar em risco as pessoas, aí são atitudes criminosas que vão ser combatidas, assim como os crimes”.

O ministro também chamou de “atos de guerrilha” protestos realizados em São Paulo no início desta semana contra o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Trata-se de uma mudança de postura muito positiva. Sabemos que o PT é cúmplice desses bandidos, mas também o PSDB se mostrou muito negligente e covarde durante sua gestão, deixando o monstro crescer.

Se o atual governo realmente enfrentar esses criminosos, será uma nova fase em nosso país. Com algum transtorno pontual, é verdade, mas necessário para um amanhã melhor, livre dessa chantagem desses “movimentos sociais”. A esquerda radical já intensificou a retórica de ameaças, e não há porque Temer ceder a tais intimidações. Será que finalmente veremos Boulos e Stédile atrás das grades, onde já deveriam estar faz tempo?

Vou além: a Câmara dos Deputados devia instalar uma CPI do MST, talvez uma CPI dos Movimentos Sociais. É preciso quebrar as pernas desses grupos, secando suas fontes de financiamento, a maioria delas ilegais, pois se disfarçam de políticas públicas. Hoje, até as bolsas de iniciação científica das universidades, em muitos casos, não preparam futuros cientistas – mas sim militantes, eufemismo para milicianos.

O MST, por exemplo, cria cooperativas, que deveriam ser técnicas, dando assistência aos assentados, mas, na prática, são políticas, usando recursos públicos para financiar suas invasões criminosas. O mesmo vale para os movimentos dos “sem-teto”, liderados por Guilherme Boulos, que se tornaram sócios oficiais do Minha Casa Minha Vida – uma sociedade que precisa ser cortada de imediato por Temer. Sem cortar essas fontes de financiamento, o PT ainda vai ter muito fôlego para atrapalhar qualquer governo.

 





:: terça-feira, 3 de maio de 2016

Temer, assim não é possível!!! Sarneyzinho no Meio Ambiente?

Temer, assim não é possível!!! Sarneyzinho no Meio Ambiente? 

Sarney Filho será novo Ministro do Meio Ambiente. Adeus, Novo Código Florestal!


O Estadão informa dia 28 que o Deputado Sanreyzinho foi escolhido por Michel Temer para ocupar o Ministério do Meio Ambiente. De acordo com jornalão paulista, a pasta não é do interesse de nenhum partido, mas a nomeação de Pequeno Sarney agradará o Grande Sarney.

Pequeno Sarney é um ecotalibã anti-agronegócio. É uma espécie de Marina Silva sem auréola, a antítese de Izabella Teixeira. O Deputado combateu até o fim a reforma legislativa do Código Florestal e defende publicamente que a lei seja revogada.

Um Ministério com Sarney Filho no Meio Ambiente com a pasta da Agricultura devolvida ao mercado politico é receita para o desastre. O agronegócio pode até se arrepender de ter pedido o impedimento de Dilma Rousseff.

Sarney Filho, semana passada, no STF: vídeo

Sarney Filho, esta semana, no Senado Federal: vídeo

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado 
http://www.codigoflorestal.com/2016/04/sarney-filho-sera-novo-ministro-do-meio.html





:: quarta-feira, 20 de abril de 2016

Embrapa e outros especialistas defendem novo Código Florestal em audiência no STF


Ao defender o Código Florestal na audiência pública convocada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), para discutir a norma, o professor Evaristo Eduardo de Miranda, chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, disse que o órgão que ele representa participou de todo o processo de elaboração da Lei 12.651/2012.

Ele revelou que a Embrapa está muito perto das realidades agrícolas, que têm uma história local, e que pode ajudar o legislador com uma visão territorial multidimensional. Evaristo disse que defende a manutenção de toda a norma, com destaque para os artigos 3º (parágrafo único) e 15º, em nome dos pequenos agricultores.

Ao lembrar que o Brasil é um dos países que mais protegem seu território (29% da área do país é protegida, segundo ele), o chefe da Embrapa Monitoramento explicou que além de preservar, o Brasil exige que os agricultores participem desse esforço de preservação. Ele disse que o agricultor pode produzir e pode preservar. E foi esse equilibro que a norma procurou trazer.

Uma das contestações contra o Código é exatamente em face do uso do chamado Módulo Fiscal. Segundo ele, o conceito de Módulo fiscal, previsto na norma, é o mínimo que uma família precisa para sobreviver no campo. Esse módulo varia de tamanho: se está numa região de solo pobre, o módulo é maior. Se está em área de terra de melhor qualidade, o módulo é menor. Abandonar esse critério, para o representante da Embrapa, seria grave, porque esse critério é objetivo e quantificado por município.

Com informações do STF e foto de Rosinei Coutinho/SCO/STF

É possível proteger o meio ambiente e manter o desenvolvimento, diz pesquisador

O pesquisador Gerd Sparovek, coordenador do Laboratório de Geoprocessamento da Escola Superior de Agricultura Luiz Queiroz/USP, apresentou na audiência pública sobre o Código Florestal, realizada pelo Supremo Tribunal Federal, dados de inteligência estratégica e espacial no apoio à decisão da interface entre agricultura e meio ambiente.


Aldo Rebelo afirma que nova legislação harmoniza proteção ambiental e agricultura

O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, relator na Câmara dos Deputados do projeto de lei que originou o novo Código Florestal brasileiro (Lei 12.651/12), defendeu o marco legal. Segundo ele, a legislação anterior era um conjunto de normas que já não cumpria a função de harmonizar a proteção ao meio ambiente e a proteção da riqueza da produção agropecuária e da indústria. O ministro foi um dos palestrantes da audiência pública sobre o tema, realizada nesta segunda-feira (18), no Supremo Tribunal Federal (STF).





:: quarta-feira, 20 de abril de 2016

ADIs contra o produtor

Ações Diretas de Inconstitucionalidade que contestam novo Código Florestal podem causar impacto de até R$200 bilhões anuais no Valor Bruto da Produção Agrícola

Assessoria de Comunicação CNA

Para o presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, Rodrigo Justus, é preciso conciliar a produção e conservação




A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou na tarde desta segunda-feira (18) da audiência pública, realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), que discute questões relativas ao novo Código Florestal. O presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, Rodrigo Justos, foi um dos 22 participantes escolhidos para falar sobre as quatro Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 4901, 4902, 4903 e 4937) contra dispositivos da Lei 12.651/2012, que alteraram o marco regulatório da proteção da flora e da vegetação nativa no Brasil.

De acordo com Rodrigo Justus, caso os dispositivos sejam declarados inconstitucionais e sejam implementados, as perdas sociais e econômicas para o setor agrícola serão enormes: estudos realizados mostram que, pelo menos, 40% das terras de produção seriam retiradas, impactando em, no mínimo, R$ 200 bilhões anuais no valor bruto da produção de 500 bilhões de reais. “Também teríamos um custo de recuperação de um trilhão e 60 bilhões de reais” “Além do passivo de 80 milhões de hectares de APP e Reserva legal”.

Outra preocupação manifestada pelo presidente da Comissão diz respeito aos impactos na balança comercial, uma vez que ela é assegurada pelo setor agrícola, através dos superávits de exportação. “A aplicação das ADIs é inexequível da forma como está sendo posta. É preciso buscar meios que possam conciliar produção e conservação”, observou.
 


Para Rodrigo, a revogação de parte de lei relativa à regularização, mitigação e adaptação das áreas afetadas pode afetar a produção de café em Minas Gerais; de maçã em Santa Catarina, e de uva no Rio Grande do Sul. E, em consequência, a exportação desses produtos pelo Brasil. Hoje, em várias regiões, o café é plantado em áreas inclinadas.  Em Minas, 70% da produção da cultura é em encosta. “Caso a inconstitucionalidade seja aceita, nos tiraríamos mais da metade da produção de café do estado de Minas para a recuperação de vegetação nativa”, frisou. Essas culturas, com grande participação do Brasil no mercado internacional, serão destinadas apenas ao consumo próprio. “Deixaremos de ser o maior exportador de café”, ressaltou.

Outro exemplo salientado pelo representante técnico da CNA foi em relação a Aquicultura, que é realizada na beira nos cursos dos rios. Segundo ele, caso seja declarada a proibição dessa atividade nessa localidade, não há como exercer a aquicultura.

Legislação ambiental  – As leis ambientais no Brasil exigiram a adaptação dos produtores ao longo dos anos e, desde então, gera uma série conflitos em relação à sua aplicação, tomando como referência os códigos  1934, 1965 e agora o de 2012 . “Com a lei de crimes ambientais e todas as regras aplicadas à limitação do uso da terra, muitos produtores passaram a ser fiscalizados e atuados. Existe um conflito social entre os órgãos de fiscalização e os produtores. Os agricultores passaram a ter suas atividades sob suspeitas, criando um grande um impacto em suas vidas”, salientou Rodrigo Justus.
 
Se forem considerados inconstitucionais os artigos 67, 68 e 61 da Lei 12.651/2012, no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 4901, 4902,4903 e 4937, haverá, na prática, a extinção do programa de regularização ambiental, pois esses dispositivos tratam da forma como os proprietários rurais deverão agir no espaço e no tempo para restaurar a vegetação nativa para atingir os percentuais exigíveis de Reserva Legal.

 








:: terça-feira, 19 de abril de 2016

Uma Fronteira loteada

CPI investiga terra indígena em Roraima
 

Agência Boa Imprensa

 

deputado federal Valdir Colatto

A criação de uma área indígena que destrói as cidades de Pacaraima e Uiramutã, em Roraima, pode isolar a fronteira norte do Brasil, naquela unidade da Federação. A propósito, o deputado federal Valdir Colatto [foto ao lado] quer ouvir indígenas, Exército e Ministério da Defesa na CPI de FUNAI. Sete de seus requerimentos foram aprovados pela CPI que investiga as ações da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Os requerimentos solicitam documentos e informações consolidadas aos ministros da Defesa; do Planejamento, Orçamento e Gestão; da Justiça e da Casa Civil, bem como do Reitor da Universidade de Brasília. Um dos pedidos solicita ainda que a CPI ouça lideranças indígenas.

O deputado Colatto, que é sub-relator da CPI, evidenciou a importância do requerimento remetido ao Ministério da Defesa. “Queremos saber qual é o posicionamento do Ministério da Defesa quanto à criação da Terra Indígena no município de Pacaraima tendo em vista sua origem de natureza militar, a partir da instalação do 3º Pelotão Especial de Fronteira, na década de 1970”, justificou.

Para o parlamentar, a criação de uma terra indígena naquele município reforça a percepção de que está em andamento um processo para unir a Terra Indígena (TI) Raposa/Serra do Sol à reserva Ianomâmi, isolando por completo a fronteira norte do Brasil em Roraima.

Colatto requereu ainda a presença dos líderes indígenas Álvaro Tukano, da etnia Tukanos, da região de São Gabriel da Cachoeira/AM, e Almir Suruí, da etnia Suruís, da TI Sete de Setembro, em Cocal/RN, e ainda da tenente do Exército Brasileiro Sílvia Nobre Lopes, servindo no Hospital Central do Exército no Rio de Janeiro.

“Queremos ouvir os citados, pois os mesmos são oriundos de três regiões diversas da Amazônia e têm revelado excepcional liderança e independência de ação ao longo de suas trajetórias de vida”, justificou o deputado Colatto. A data das audiências será marcada pela presidência da CPI.

 





:: sábado, 16 de abril de 2016

O Bispo do CIMI também não sabia de nada...

            O Bispo do CIMI também não sabia de nada... Se não sabia... agora já sabe!

Que o Cimi responda pelos seus crimes. 

                        Devolva as terras aos proprietários!

Diante de provas, presidente do Cimi se diz envergonhado de ações no MS

Nyelder Rodrigues

CPI apura atuação do Cimi em ações violentas na disputa por terras em Mato Grosso do Sul (Foto: divulgação)


O presidente do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), Dom Roque Paloschi, se disse envergonhado com as denúncias feitas pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi nesta tarde, com uma lista de nomes de pessoas, contratadas pelo conselho, e que teriam envolvimento em situação de conflitos, incentivando retomadas de terras no Estado.
Entre os denunciados está o jornalista do Cimi no Estado, que tinha um notebook - apreendido - com instruções de como fabricar bombas caseiras, gás lacrimogênio, armas artesanais, entre outros. Documentos com dicas de como fraudar contas bancárias também foram encontradas salvas no computador do jornalista.
'Como presidente, não tenho como controlar o que cada um carrega no celular ou equipamento. Não podemos admitir qualquer atitude contrária e garanto que não é orientação do Cimi motivar ou incentivar as ocupações', esclareceu o arcebispo.
Após a apresentação de um livro ata de 2009, onde foi relatado detalhes do armamento de indígenas e incitação às lutas que por terra que ocorrem no Estado, Dom Roque Paloschi emendou: 'Nos envergonhamos disso'. O presidente do Cimi também disse que todas as denúncias serão averiguadas internamente e as medidas cabíveis serão tomadas.
A CPI do Cimi é composta pela presidente, deputada Mara Caseiro (PSDB), o vice-presidente, deputado Marquinhos Trad (PSD), o relator, deputado Paulo Corrêa (PR), além de Onevan de Matos (PSDB) e Pedro Kemp (PT).





:: segunda-feira, 11 de abril de 2016

Falácia da FUNAI, CIMI e Ongs

Antropólogo rebate modelo de terra defendida por ONGs

Segundo ele, tese de garantir mais terra aos indígenas é falácia e defende que tenham acesso à saúde, educação, habitação, segurança, lazer e esportes

Do Progresso

Mesmo com demarcação, aldeias são desprovidas de infraestrutura e  indígenas não têm acesso à cidadania. (Foto: Divulgação)

Mesmo com demarcação, aldeias são desprovidas de infraestrutura e indígenas não têm acesso à cidadania. (Foto: Divulgação)

O antropólogo Adauto Anderson Carneiro, que atua como assistente técnico, perito e consultor em Antropologia, está rebatendo o atual modelo de terra indígena defendido pelo governo federal através da Fundação Nacional do Índio (Funai) e de Organizações Não Governamentais (ONGs) que sobrevivem da exploração da causa indigenista. “A maioria dos índios brasileiros vive na miséria e, apesar de imensas áreas delimitadas como indígenas, eles ocupam pequenas porções de terra”, enfatiza. “Nossos índios são impedidos de progredir e registram Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) inferior ao dos indígenas bolivianos”, alerta Adauto Anderson Carneiro. “Graças à epidemia de laudos antropológicos falsos, o Brasil registra fábrica de terras indígenas no Sudeste, de índios no Nordeste e de latifúndios na Amazônia”, definiu.

Segundo Adauto, os procedimentos irregulares tornaram-se rotina na Fundação Nacional do Índio. “O caso do Pico do Jaraguá é a maior fraude recente da história do País”, denunciou, referindo-se à área de 1,7 mil hectares classificada pela fundação como de ocupação tradicional indígena. O antropólogo diz que as fraudes costumam ser orquestradas. “Pega-se uma família – com ou sem origem indígena – que aprende alguns cânticos e umas palavras da etnia a ser identificada. Daí, basta reclamar na Funai que dá um jeito de confirmar a ocupação tradicional indígena”, descreveu, explicando as fábricas de índios e de terras indígenas.

Quanto aos latifúndios, a ideia é caracterizar a existência de uma organização de grandes proprietários rurais interessados em expulsar comunidades indígenas de suas áreas. “Aí, cria-se uma reserva indígena e se estabelece o conflito com o conceito de que são índios indefesos contra latifundiários poderosos”, observou Carneiro. Com a autoridade de quem é pós-graduado em Direito Constitucional e pós-graduado em Etnologia Indígena da América Latina, e de ter atuado como perito e assistente técnico em demarcações de terra indígenas e quilombolas, Adauto Anderson Carneiro critica a fala do secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-Geral da Presidência da República, Paulo Maldos, para quem a demarcação das terras indígenas é uma “dívida histórica do governo brasileiro com relação a esses povos”.

Ele não economiza críticas a Paulo Maldos. “Com esta declaração, entendemos na época, que a preocupação maior da Secretaria Geral da Presidência da República estava focada na demarcação das terras indígenas e não na dignidade do cidadão indígena”, ressalta. “Toda a mídia, inclusive a internacional, gritam a toda tinta, que para que eles não sofram nem continuem sendo ludibriados, que a terra é a solução para o indígena, no entanto, os indígenas precisam de saúde, educação e por incrível que pareça, embora eles convivam com a natureza, eles são mal alimentados, subnutridos”, argumenta.

O antropólogo afirma que a questão indígena é um dos grandes desastres sociais de país, mas também é o de mais fácil solução. “A questão indígena só é um problema devido ao enorme número de indigenistas, isto é, pessoas que vivem basicamente da desgraça do povo indígena e que acreditam, sinceramente, que sabem o que é melhor ao povo indígena do que o próprio índio”, ressalta. “O povo indígena no Brasil é miserável, vive em condições horrorosas pelos padrões de nossa sociedade, passam fome, frio, tem baixo nível educacional, péssimas perspectivas de crescimento futuro, e são assolados por doenças”, denuncia. “Não bastasse isso, a taxa de mortalidade infantil entre os indígenas é quatro vezes maior que a média brasileira e isso não se resolve com demarcação”, conclui.

Para Adauto Anderson Carneiro, algumas perguntas exigem respostas: por que os indigenistas querem manter o status quo do povo indígena? Para que alguém quer manter o povo indígena em tal estado de miséria? Para que mantê-los na condição de Museu Vivo? “Este apartheid moderno, em que coloca o cidadão indígena preso na era neolítica, forçando a cultuar usos e costumes que não condizem com a nossa realidade de sobrevivência, forçando a se criar ilhas de miséria em um mar de prosperidade, tem que ser interrompido”, ressalta. “Os índios estão passando fome, não têm saúde ou educação de qualidade. Suas moradias, quando existentes, são as mais precárias possíveis. Faltam estradas. Falta tudo. Deve ser um dos raros casos em todo o mundo em que uma riqueza serve apenas para trazer pobreza e sofrimento”, observa.

Justiça

Por outro lado, enquanto os indígenas são oprimidos por uma miséria absoluta, a fábrica de índios e a fábrica de terras indígenas está operando a todo vapor, mesmo com o Supremo Tribunal Federal (STF) já tendo balizado o que é “ocupação tradicional” no território brasileiro, em fragrante desrespeito a máxima instância do Poder Judiciário do Estado Brasileiro. “As recentes decisões do STF têm nos dado ânimo para continuar esta luta pelo respeito à Constituição Federal ao que se refere a terra indígena e a real ocupação tradicional contra aqueles que querem balcanizar o Brasil, ceifando parte do território produtivo do pais e tentam relativizar a propriedade privada”, avalia.

Para Adauto Anderson Carneiro, o Judiciário tem conseguido trazer a segurança jurídica a alguma propriedades e impedir a sanha demarcatória de alguns órgãos. Ele cita como exemplo alguns processos demarcatórios como a Terra Indígena Rio Preto (Enawe-Ene-Nawe); Terra Indígena Manoki (Irantxe); Terra Indígena Myky (Munku); Terra Indígena Wawi (Kisedje); Terra Indígena Uirapuru (Paresi); Terra Indígena Paukalirajaussu; Terra Indigena Wédeze e Terra Indígena Batelão (Kayabi), todas no Estado de Mato Grosso, que tiveram a demarcação suspensa pelo STF.

Outros processos de demarcação suspensos citados por Adauto Anderson Carneiro são: Terra Indígena Caxixó, em Minas Gerais; Terra Indigena Curral de Arame (Guarani), no Mato Grosso do Sul onde não foi reconhecida a ocupação tradicional; Terra Indígena Governador (Gavião), no Maranhão; Terra Indigena Guyraroká (Guarani), no Mato Grosso do Sul, onde não foi reconhecida a ocupação tradicional.

http://www.progresso.com.br/dia-a-dia/antropologo-rebate-modelo-de-terra-defendida-por-ongs#.VShDHgSbgiY.facebook

 





:: quinta-feira, 7 de abril de 2016

Delenda Reforma Agrária!

TCU paralisa reforma agrária por rombo de R$ 2,5 bi. Entre beneficiários irregulares, há um senador

Auditoria feita pela corte revelou que entre os beneficiados do programa federal estão políticos, donos de veículos de luxo, pessoas falecidas e até crianças

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a paralisação imediata do programa de reforma agrária do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em todo o país. A medida cautelar emitida pelo tribunal decorre de uma auditoria que identificou mais de 578.000 beneficiários irregulares do programa do governo federal. Nas contas da corte, o rombo potencial é de aproximadamente 2,5 bilhões de reais, por causa dos créditos e benefícios atrelados à previsão de 120.000 assentados entre 2016 e 2019.

São dezenas de problemas de extrema gravidade identificados pela corte de contas, entre eles a relação de 1.017 políticos que, criminosamente, receberam lotes do programa. A relação inclui 847 vereadores, 96 deputados estaduais, 69 vice-prefeitos, quatro prefeitos e até um senador. O TCU não divulgou a lista desses políticos beneficiados. A auditoria revela centenas de outros casos, como a concessão de lotes para pessoas de alto poder aquisitivo, como donos de veículos de luxo como Porsche, Land Rover ou Volvo, apesar de a regra do programa definir o benefício somente a família com até três salários mínimos. De acordo com o TCU, 26.818 beneficiários ganham bem mais do que isso, sendo que em 202 casos apresentaram renda superior a 20 salários mínimos. Há 37.000 pessoas falecidas cadastradas como beneficiárias do programa.

As irregularidades atingem praticamente 30% de toda a base de beneficiários do programa, que é da ordem de 1,5 milhão de famílias. Em 11.000 casos, o cônjuge de uma pessoa que já foi contemplada com um imóvel pelo programa é novamente atendido com uma segunda moradia. A precariedade do programa é tanta que há pessoas com idade de um ou dois anos de idade que também receberam imóveis. Milhares de beneficiários pelo programa possuem diversos cargos públicos, o que é proibido por lei. Foram encontrados ainda 61.000 empresários beneficiados pelo Incra. Outros 213 processos aprovados beneficiam estrangeiros.

Para medir a quantidade de concessão de lotes para pessoas de alto poder aquisitivo, o TCU adotou como critério a oferta de lotes para pessoas que tenham carros com valor superior a 70.000 reais. Foram identificados 4.293 proprietários nessa condição, todos eles donos de carros de luxo.

Os achados de auditoria já levam em conta explicações dadas pelo próprio órgão federal aos auditores da corte de contas. O ministro relator do processo Augusto Shermann criticou duramente o programa e relembrou que o Incra tem descumprido há anos determinações já feitas pelo TCU em relação à concessão dos benefícios. 'É um processo que está sendo feito totalmente à margem da lei', disse o ministro.

O colegiado do TCU foi unânime nas críticas ao programa e na necessidade de completa reestruturação do Incra e de seu trabalho. Em janeiro, a Controladoria-Geral da União (CGU) já havia demonstrado problemas graves do programa. O tribunal determinou ao Incra que apresente medidas para resolver cada um dos problemas identificados e que submeta essas ações para, após análise do TCU, seguir com as ações de assentamento de famílias e desapropriação de áreas.

(Com Estadão Conteúdo) - Veja.com




TCU paralisa reforma agrária após identificar 578 mil beneficiários irregulares


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  • Lauro Alves/Agência RBS/Folhapress

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TCU (Tribunal de Contas da União) determinou a paralisação imediata do programa de reforma agrária do Incra em todo o país. A medida cautelar emitida pelo tribunal decorre de uma auditoria que identificou mais de 578 mil beneficiários irregulares do programa do governo federal.

São dezenas de problemas de extrema gravidade identificados pela corte de contas, entre eles a relação de 1.017 políticos que, criminosamente, receberam lotes do programa. O TCU não divulgou a lista desses políticos beneficiados.

A auditoria revela centenas de casos bizarros, como a concessão de lotes para pessoas de alto poder aquisitivo, donas de veículos de luxo como Porsche, Land Rover ou Volvo. Há 37 mil pessoas falecidas cadastradas como beneficiárias do programa.

As irregularidades atingem praticamente 30% de toda a base de beneficiários do programa, que é da ordem de 1,5 milhão de famílias.

Em 11 mil casos, o cônjuge de uma pessoa que já foi contemplada com um imóvel pelo programa é novamente atendido com uma segunda moradia. A precariedade do programa é tanta que há pessoas com um ou dois anos de idade que também receberam imóveis.

Milhares de beneficiários pelo programa possuem diversos cargos públicos, o que é proibido por lei. Foram encontrados ainda 61 mil empresários beneficiados pelo Incra. Outros 213 processos aprovados beneficiam estrangeiros.

Para medir a quantidade de concessão de lotes para pessoas de alto poder aquisitivo, o TCU adotou como critério a oferta de lotes para pessoas que tenham carros com valor superior a R$ 70 mil. Foram identificados 4.293 proprietários nessa condição, todos eles donos de carros de luxo.

Os achados de auditoria já levam em conta explicações dadas pelo próprio órgão federal aos auditores da corte de contas. O ministro relator do processo Augusto Shermann criticou duramente o programa e relembrou que o Incra tem descumprido há anos determinações já feitas pelo TCU em relação à concessão dos benefícios. 'É um processo que está sendo feito totalmente à margem da lei', disse o ministro.

O colegiado do TCU foi unânime nas críticas ao programa e na necessidade de completa reestruturação do Incra e de seu trabalho. Em janeiro, a CGU (Controladoria-Geral da União) já havia demonstrado problemas graves do programa.

O tribunal determinou ao Incra que apresente medidas para resolver cada um dos problemas identificados e que submeta essas ações para, após análise do TCU, seguir com as ações de assentamento de famílias e desapropriação de áreas.

 





:: quarta-feira, 30 de março de 2016

O Brasil em Histórica Encruzilhada

Manifesto: O Brasil em Histórica Encruzilhada

Após a provável queda do PT, o cuidado com falsos rumos para o Brasil.

Clique na imagem abaixo e leia a denúncia na íntegra:


Brasil

O Brasil está numa encruzilhada histórica. A serpente malfazeja que há três décadas, com engodos e artimanhas, vem conduzindo o país pela via da esquerdização, encontra-se agora em agonia.

Junto ao réptil estertorante – que de certo ainda aposta numa sobrevida, talvez com as bênçãos da sempre presente esquerda eclesiástica  – apresentam-se novos personagens, já velhos conhecidos, indicando outros rumos… para salvar o mesmo projeto que ameaça levar o Brasil para o abismo!

Um deles aponta para um socialismo mitigado – como se o veneno fosse benéfico em menor dose. Outro reergue a bandeira do ecologismo radical, chancelada por pseudo-teologias. Um terceiro, ostentando a defesa da ordem, oculta no entanto um dirigismo análogo ao das esquerdas. O quarto, por fim, aproveita-se da sensação de sufocamento para chamar a um abandono de toda e qualquer autoridade.

Nas apreensões e incertezas próprias a momentos como o atual, esses falsos rumos podem bem tentar a Nação. Entretanto, a solução verdadeira não está por ser inventada. Trilhando as vias da fidelidade aos princípios da Civilização Cristã, o Brasil, sempre fiel a si mesmo, poderá esperar as bênçãos do Cristo Redentor.

Eis algumas sugestões para traduzir na prática tais princípios:

  1. Respeito ao direito de propriedade e à livre iniciativa;
  2. Fim da psicose ambientalista;
  3. Redução da carga tributária;
  4. Relações exteriores que engrandeçam o Brasil;
  5. Defesa da família nos moldes tradicionais, como celula mater da sociedade;
  6. Respeito e lugar de honra às Forças Armadas e à Polícia;
  7. Um sistema eleitoral que garanta a representatividade das eleições;

Clique aqui ou no botão abaixo e conheça o Manifesto na íntegra.






:: domingo, 27 de março de 2016

Ressurreição!

Ressurreição!

'Porque procurais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, mas ressuscitou como tinha dito'.

[Comentário]
'Cristo, Senhor Nosso, não foi ressuscitado: ressuscitou. Lázaro, foi ressuscitado. Ele estava morto. Outrem que não ele, isto é Nosso Senhor, o chamou da morte à vida. Quanto ao Divino Redentor, ninguém O ressuscitou. Ele mesmo a Si próprio Se ressuscitou. Não precisou que ninguém O chamasse à vida. Retomou-a quando quis.

Tudo quanto se refere a Nosso Senhor tem sua aplicação analógica à Santa Igreja Católica. Vemos freqüentemente, na História da Igreja, que quando Ela parecia irremediavelmente perdida, e todos os sintomas de uma próxima catástrofe pareciam minar seu organismo, sobrevieram sempre fatos que a tem sustido viva contra toda a expectativa de seus adversários. (...)

Ainda mesmo quando Ela parece inteiramente abandonada, e ainda mesmo quando o concurso dos meios de vitória mais indispensáveis na ordem natural parece faltar-lhe, estejamos certos de que a Santa Igreja não morrerá. Como Nosso Senhor, Ela se soerguerá com suas próprias forças que são divinas. E quanto mais inexplicável for, humanamente falando, a aparente ressurreição da Igreja - aparente, acentuamos, porque a morte da Igreja nunca será real, ao contrário da de Nosso Senhor - tanto mais gloriosa será a vitória.

Nestes dias turvos e tristonhos, confiemos pois. Mas confiemos não nesta ou naquela potência, não neste ou naquele homem, não nesta ou naquela corrente ideológica, para operar a reintegração de todas as coisas no Reino de Cristo, mas na Providência Divina que obrigará novamente os mares a se abrirem de par em par, moverá montanhas e fará estremecer a terra inteira, se tal for necessário para o cumprimento da divina promessa: 'as portas do inferno não prevalecerão contra ela'.' (Plinio Corrêa de Oliveira, 'Páscoa', 'Legionário' N.° 559, 25 de abril de 1943).





:: sexta-feira, 25 de março de 2016

Já pensou se os nossos campos estivessem nas mãos do MST?


MT exporta 'um navio' de soja por dia

Da Redação
Escoamento mato-grossense entra na fase mais movimentada. Volume remetido diariamente é suficiente para lotar uma embarcação em Santos

O escoamento da safra recorde de soja, estimada em mais de 100 milhões de toneladas no ciclo 2015/16, no país, entra em seu período mais movimentado neste mês e atinge marcas impressionantes. A Rumo, maior concessionária de ferrovias do Brasil, vem remetendo, somente de Mato Grosso para o porto de Santos (SP) um volume equivalente a um navio carregado de grãos por dia.

Sete comboios de cerca de 80 vagões partem diariamente dos terminais de Rondonópolis e outros dois saem de Alto Araguaia, ambas cidades localizadas no sudeste mato-grossense. Os trens carregam, juntos, perto de 50 mil toneladas de soja, volume suficiente para encher 1,4 mil caminhões – ou um navio graneleiro. 

Essa movimentação ocorre em um ano em que o País se supera na produção e na exportação de soja. Para a safra 2015/2016, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê uma colheita de 101 milhões de toneladas e embarque de 56,75 milhões de toneladas do produto em grão. Em relação a 2014/15, o primeiro número representa 4,95 milhões de toneladas a mais (aumento de 5%) o segundo, 2,43 milhões de toneladas (4,5%). 

Para chegar a esse volume nas exportações, o Brasil precisa exportar uma média de 155 mil toneladas da oleaginosa em grão por dia. Em março, um terço desse volume sairá de Mato Grosso, o maior produtor nacional, via ferrovia. 

Mato Grosso está produzindo 28,5 milhões de toneladas de soja na safra 2015/16, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Nesta época do ano, o Estado passa a exportar mais de 1 milhão de toneladas por mês, principalmente para a China. 

As exportações têm estimulado uma produção cada vez maior de grãos. No caso da soja, aproximadamente três quartos da colheita brasileira devem ser exportados nesta temporada, conforme a Conab. Além das 56,75 milhões de toneladas em grão que estão deixando o País, o setor deve embarcar 15,5 milhões de toneladas de farelo e 1,4 milhão de toneladas de óleo, totalizando 73,65 milhões de toneladas em exportações. 

Conforme dados do Imea sobre os embarques de soja, números referentes ao realizado em fevereiro, o porto de Santos (SP) foi o principal destino do grão com mais de 288 mil toneladas exportadas, seguido por Santarém (PA) com movimentação de outras 175,8 mil toneladas e Paranaguá (PR), com mais 117,26 mil toneladas. 

Diario de Cuiaba,
Quinta-feira, 24 de março de 2016




:: domingo, 20 de março de 2016

Pronunciamento do Príncipe Imperial do Brasil


           Neste momento de grande agitação nacional, quando os olhares se voltam para alternativas de um futuro melhor para a Nação, S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, segundo na Linha de Sucessão ao Trono, dirige-se ao povo brasileiro. Ver em:



Pró Monarquia




:: domingo, 20 de março de 2016

Índios autênticos x índios fabricados pelo CIMI e FUNAI

Índios defendem sitiantes e expulsam grupo invasor em MS
Situação foi denunciada na Polícia Federal e Ministério Público
Por: Valéria Araújo - Imagens: Marcos Ribeiro


Grupo de mais de 100 indígenas da Aldeia Bororó, decidiram dar um basta nas ocupações de terras que estão ocorrendo na Região Boquerão, e expulsaram grupo invasor, que queria ocupar sitio de propriedade do empresário José Goulart. O fato ocorreu na noite de ontem (17). Do total de 10 pequenas propriedades rurais, sete já foram ocupadas.
De acordo com o terena Antônio Vilhalba Ramires, a previsão é de que chegue a 400 o número de indígenas que vão combater as invasões. 'Esses indígenas que estão invadindo terras estão se aproveitando da cesta básica e do incentivo da Funai. Eles têm terra e se aproveitam das cestas e dos incentivos que dão para eles invadirem. 
Nós que somos índios trabalhadores, que não somos sustentados pela Funai, dependemos do trabalho, que muitas vezes vêm destes sitiantes. Nós moramos aqui há anos em harmonia. Não é justo o que está acontecendo com os brancos. Estão sendo expulsos de suas casas. Eles já foram expulsos uma vez e serão novamente, quantas vezes for necessário. Estes invasores não representam a vontade dos índios da reserva de Dourados', destaca.
De acordo com o sitiante José Goulart, ontem 40 indígenas tentaram invadir sua propriedade rural. Ele disse que ficou assustado porque acamparam em frente a sua casa e pareciam estar armados. 'Geralmente eles acampam em frente ao local que vão ocupar. Depois, a noite expulsam os proprietários. É um verdadeiro terror. Me senti muito aliviado quando vi que indígenas daqui vieram nos ajudar', conta.
O sitiante, que vive em área de 20 hectares, diz que já pediu reintegração de posse mas a Justiça aguarda manifestação do Ministério Público Federal. Hoje de manhã grupo de indígenas denunciaram os invasores na sede da Polícia Federal e Ministério Público Federal. Abaixo você vê o vídeo com os indígenas defensores:




:: domingo, 13 de março de 2016

Se a Monarquia é um sonho,


Foto de CMB - DF.

Se a Monarquia é um sonho,

a República é um pesadelo...

Essa foi a obra da República nos últimos anos

RUI BARBOSA (*)

A falta de justiça, Senhores Senadores, é o grande mal de nossa terrra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo o nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação. 
A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta dos homens, os auxílios, os capitais.
A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação. Insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.
De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto...
Essa foi a obra da república nos últimos anos... No outro regime (monarquia), o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre – as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais.
Na república os tarados são os tarudos. Na república todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos hoje com as fórmulas e aparências, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando.
Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoría de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente.
E nessa destruição geral das nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruina da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem...

(*) Político, diplomata, advogado e jurista brasileiro. Representou o Brasil na Conferência de Haia. Membro e fundador da Academia Brasileira de Letras foi seu presidente entre 1908 e 1919. Trecho do discurso: 'Requerimento de Informações sobre o Caso do Satélite – II', no Senado Federal. Obras Completas – Vol. XLI – 1914 – Tomo III – pp. 86/87.

PRÓ MONARQUIA – Rua Itápolis, 873 – 01245-000 – São Paulo, SP
Tels. 2361-3214 e 2368-1028 – monarquia.org.br





:: domingo, 13 de março de 2016

Aos eventuais sucessores do governo PT

Mensagem aos eventuais sucessores do governo PT

 

Manifestação contra o governo PT na Av. Paulista no dia 13 de dezenbri de 2015 [Foto PRC]

Manifesto do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Caso venha a ocorrer o impeachment, o governo que suceder o PT, ou respeita os pontos abaixo descritos, decorrentes da ordem natural das coisas, ou aprofundará inexoravelmente o fosso entre governo e população, levando a novas crises, quiçá à ingovernabilidade.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, unindo sua voz aos milhões de brasileiros que ora protestam contra a demolição do País, levada a cabo por 13 anos de governo do PT, deseja exprimir seu anseio de que, de uma vez por todas, essa demolição tenha fim.

Um dos caminhos legais para cessar tal demolição é o impeachment, cujo processo iniciou-se em 2 de dezembro último. Caso esse processo chegue vitoriosamente a seu termo, a mudança de situação colocará os sucessores do atual governo diante de uma conjuntura que vai muito além do impasse meramente político.

Trata-se da própria convivência harmônica e proficiente entre o Estado e a Nação, entre o Governo e o País. Convivência essa que não existe quando o Estado é aparelhado por um partido.

Trata-se da identidade do Brasil, com vistas a sua grandiosa missão, que lhe está reservada nos desígnios da Divina Providência.

Diante disso, constatamos que o divórcio entre o Estado e a Nação vem ocorrendo paulatinamente, à medida que o governo, nos últimos anos, contrariamente aos anseios da opinião nacional, veio levando o Brasil rumo a um mal disfarçado socialismo. Tal fratura entre Brasil oficial e Brasil real emite uma eloquente mensagem aos eventuais sucessores do atual governo: o Brasil ordeiro e pacato quer continuar fiel aos princípios que o nortearam desde seu nascimento, às margens do Ipiranga, como nação independente. Dentre esses princípios, hoje postos em xeque, convém ressaltar:

  • O instituto da família como união entre um homem e uma mulher, a celula-mater da sociedade, que tem direito à proteção do Estado e à não-interferência deste naquilo que cabe aos pais decidir;

  • O sagrado direito de propriedade particular, amparado pelo 7º e 10º Mandamentos da Lei de Deus, sem os quais o indivíduo passa a ser mero agente do Estado;

  • O respeito às instituições, ao estado de direito e à soberania nacional, em contraposição à insegurança jurídica causada pelos desmandos de cunho socialista, pelas agitações sociais e invasões de propriedades, incluindo as que se efetuam utilizando como massa de manobra indígenas ou pretensos silvícolas;

  • O incentivo à livre iniciativa;

  • O devido respeito ao papel desempenhado pela Polícia e pelas Forças Armadas, sempre dentro de suas próprias atribuições;

  • O distanciamento em relação a governos de tendência marxista que oprimem suas populações, marcadamente o cubano;

  • O convívio fraterno e harmonioso entre as classes sociais, evitando promover igualitarismos demagógicos e antinaturais que a todos prejudicam, especialmente aos mais pobres;

  • O direito à vida, desde a fecundação até a morte natural;

  • A rejeição à absurda Ideologia de Gênero.

Caso venha a ocorrer o impeachment, o governo que suceder o PT, ou respeita os pontos acima descritos, decorrentes da ordem natural das coisas, ou aprofundará inexoravelmente o fosso entre governo e população, levando a novas crises, quiçá à ingovernabilidade.

É o que já em 1987 previra Plinio Corrêa de Oliveira, ao descrever, com lucidez a bem dizer profética, as calamidades que decorreriam do processo de esquerdização do País:

“É de encontro a todas essas incertezas e riscos que estará exposto a naufragar o Estado brasileiro, desde que a Nação se constitua mansamente, jeitosamente, irremediavelmente à margem de um edifício legal no qual o povo não reconheça qualquer identidade consigo mesmo.

Que será então do Estado? Como um barco fendido, ele se deixará penetrar pelas águas e se fragmentará em destroços. O que possa acontecer com estes é imprevisível”. (Projeto de Constituição Angustia o País, Editora Vera Cruz, São Paulo, 1987)

Já anteriormente, em 12 de setembro de 1968, em célebre conferência pronunciada em São Paulo, no auditório superlotado da Casa de Portugal, o mesmo intelectual e homem de ação brasileiro afirmava:

“Nosso País é um País cordato, um País que ama a mansidão, um País cuja história tem fugido às lutas. Mas se algum dia alguém de nós se aproximar e disser: És ainda o Brasil cristão? Não aceitas a pressão que se deseja fazer contra ti? Eu tenho a certeza que essa nação responderá com uma força que ainda ninguém lhe conhece, mas que está nascendo nas tormentas do momento atual, responderá como Nosso Senhor: Ego sum. E os povos todos da Terra e todos os agitadores serão obrigados a se prostrar. E os agitadores cairão por terra porque conhecerão isso que existe entre outras coisas de autenticamente novo no Brasil novo: é a decisão de progredir fiel a si mesmo e fiel à tradição cristã; fiel à família, fiel à propriedade e de lutar com uma força que impressionará o mundo contra quem quer que imagine que sua mansidão é moleza e que contra ele pressões possam trazer resultado”.

Voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira na Manifestação do dia 13 de dezembro de 2015

Voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira na Manifestação do dia 13 de dezembro de 2015

Aproveitamos o ensejo para declarar que, como católicos, apostólicos e romanos, os membros e colaboradores do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira têm a consciência tranquila e ufana ao tomar esta posição. Pois que não é ela outra coisa senão o respeito, em termos de vida civil, aos princípios da doutrina social da Igreja, conforme sempre a ensinou o Magistério Pontifício, independente do que agora possam dizer em sentido contrário membros ditos “engajados” ou “atualizados”, do clero ou do laicato, altamente qualificados ou não, de modo individual ou incorporado.

Peçamos à Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, que ampare com Sua maternal proteção nossa Pátria, na difícil encruzilhada em que se encontra.

 





:: sábado, 12 de março de 2016

MST invade viveiro de pinus

MST invade viveiro de pinus 

e causa prejuízo de mais de R$ 5 milhões

O ataque aconteceu na área do Projeto Quatro, em Quedas do Iguaçu, no Paraná

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Painel Florestal
 

Mais uma ação da criminosa, desta vez, com o envolvimento de cinco mil mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, destrui aproximadamente 1,2 milhão de mudas de pinus de um viveiro do Projeto Quatro, da Araupel, em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná.

A invação aconteceu na madrugada desta quarta-feira, 8, numa ação relâmpago que causou um prejuízo estimado em R$ 5 milhões. Desde julho de 2014, quando a fazenda de reflorestamento foi invadida por centenas de famílias, o clima é tenso na região e a titularidade da área vem sendo disputada na Justiça.

 

“Em março, a empresa teve duas vitórias no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRT4), o que alterou os ânimos do MST”, avalia a empresa. “Há mais de um ano a Araupel tem a seu favor um mandado de reintegração de posse e aguarda o cumprimento por parte do governo do estado.” Neste período, a Araupel calcula perdas de mais de R$ 35 milhões com as invasões.

No site oficial do MST, o grupo justifica a ação para denunciar o que eles consideram 'modelo destrutivo de agronegócio'.

O episódio, mais uma vez, foi amplamente repudiado. O assunto foi, inclusive, pauta extraordinária de um evento do setor florestal que aconteceu na Federação das Indústrias do Paraná na tarde desta quarta-feira.

O G7 - grupo que reúne as principais entidades representativas do setor produtivo paranaense - deve divulgar uma nota de repúdio exigindo que o governo determine o cumprimento da ordem judicial para que as famílias de sem-terra deixem a área.

A Associação Brasileira dos Produtores de Mudas Florestais também divulgou nota se manifestando contra a ação. 'Não podemos, em hipótese alguma, permanecer calados diante de tais atrocidades', ressaltou o presidente da entidade, Ricardo Vilela.

Nas redes sociais, a página 'Sou a Favor da Araupel' recebeu inúmeras manifestações de apoio.

NR: Aproveite e deixe também a sua manifestação em favor da Araupel.

 





:: sábado, 12 de março de 2016

Exército do Stedile destroi 1,2 milhão de mudas de pinus no Paraná

                           Exército do Stedile destroi 1,2 milhão de mudas de pinus no Paraná


NOTA OFICIAL: CNA repudia atos de violência contra o setor produtivo

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) repudia os atos de violência praticados contra o setor produtivo em Quedas do Iguaçu (PR), no último dia 8




A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) repudia os atos de violência praticados contra o setor produtivo em Quedas do Iguaçu (PR), no último dia 8.

Durante a madrugada, cerca de 5 mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiram uma área de reflorestamento da Araupel e incendiaram os viveiros da propriedade, destruindo cerca de 1,2 milhão de mudas de pinus que estavam sendo preparadas para o plantio. 

Numa ação aparentemente articulada, outro grupo de manifestantes (da mesma origem) invadiu as instalações da Yara Brasil, empresa de fertilizantes em Porto Alegre.

Além de colocar em risco a integridade física das pessoas e causar danos à propriedade privada, fatos como este afetam duramente a atividade econômica. É mais um atentado insensato ao segmento produtivo que ainda apresenta resultados positivos, gera emprego, renda e mantém o equilíbrio das nossas contas externas.

Num cenário econômico já carregado de dificuldades e incertezas, a última coisa de que o nosso país precisa é de uma escalada da violência e da ilegalidade que destrua de vez a segurança de quem trabalha e produz.

A CNA espera que as autoridades públicas cumpram seu papel e ajam antes que o país assista a uma onda de desordem com consequências ainda mais graves.

Publicado em: 09/003/2016




:: terça-feira, 8 de março de 2016

Fatos e documentos inéditos

                         Fatos e documentos inéditos revelados em notas biográficas de Plinio Corrêa de Oliveira

Livro revela virulência da luta de bastidores travada no Brasil entre o catolicismo tradicional e o nascente progressismo católico sob o pontificado de Pio XII. O Papa estava a par da polêmica e atuou contra o progressismo católico, em apoio às teses de Plinio Corrêa de Oliveira. 


Frederico Romanini de Abranches Viotti (*)

Uma compilação de memórias de Plinio Corrêa de Oliveira com mais de 800 páginas traz pela primeira vez à tona detalhes inéditos sobre os primeiros embates, no Brasil, entre o catolicismo tradicional e o progressismo dito católico.

O livro, publicado sob o título “Minha Vida Pública” pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, revela a articulação, no ano de 1935, de uma congregação secreta de freiras, composta por moças da melhor sociedade de São Paulo, as quais foram formadas na mentalidade progressista por uma professora belga, Adèle de Loneux.

Este grupo foi a ponta de lança do movimento progressista em São Paulo, e desenvolveu uma campanha surda contra as Congregações Marianas e o grupo do jornal Legionário liderado por Plinio Corrêa de Oliveira.


Dr. Plinio afirma que o seu livro “Em Defesa da Ação Católica” teve como objetivo combater os desvios e a mentalidade errada observada nessas moças e em outros próceres progressistas, como Alceu Amoroso Lima (o Tristão de Athayde, da literatura). Essas pessoas estão no nascedouro dos tristes desvios da Ação Católica no Brasil, movimento que desaguou depois nas CEBs e na própria Teologia da Libertação.

Plinio Corrêa de Oliveira se refere também à estreita amizade que no início o ligava a Alceu Amoroso Lima. Esta amizade só se rompeu quando ele derivou rumo ao progressismo e se tornou o líder brasileiro da esquerda católica.


Núncio D. Aloisi Masella
Outros fatos inéditos são detalhados, como as dificuldades colocadas por D. José Gaspar de Affonseca e Silva, então Arcebispo de São Paulo, para a publicação do livro “Em Defesa da Ação Católica”, obrigando a uma intervenção direta do Núncio D. Aloisi Masella [foto], que ordenou ao Arcebispo a liberação do livro.

Também é detalhado o vendaval que soprou sobre Dr. Plinio depois da designação para Arcebispo de São Paulo de D. Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta, o qual moveu verdadeira perseguição contra o grupo do “Legionário”.

Documentos inéditos publicados no livro revelam ainda que Pio XII acompanhava atentamente a polêmica no Brasil, e em várias ocasiões tomou medidas que representaram apoio indireto, ou mesmo direto, à posição assumida pelo grupo do “Legionário”.

Mais fatos como estes vêm detalhados nessa obra, escrita em linguagem amena e coloquial, o que o torna de fácil leitura.

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(*) Frederico Romanini de Abranches Viotti e advogado e colaborador da ABIM. 




:: terça-feira, 1 de março de 2016

Mentalidade socialista-marxista causa do fracasso

                                     Causa da débâcle econômica

 

A responsável efetiva pela gravíssima crise que atinge o Brasil é a mentalidade socialista-marxista que fracassou completamente no mundo comunista, mas que insistem em implantá-la em nosso País.

Comunismo

Mais de uma vez esta coluna do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira apontou para o estranho fato dos órgãos de imprensa internacionais jogarem a culpa quase exclusivamente no vício da corrupção pela hecatombe econômica que se abateu sobre o Brasil, a Argentina, a Venezuela e a Bolívia. No Brasil, todas as críticas convergem para demonizar o PT, o Governo Dilma e seu ancestral ideológico, Lula, pelo fato de serem desonestos, popularescos e visarem apenas perpetuarem-se no poder.

Assim agindo, a imprensa tira de foco a principal causa de nossos males: o vírus da mentalidade socialista-marxista que impregna o subconsciente dos terceiro-mundistas, e, que, dessa maneira fica intocado, como se não fosse um vírus maligno, e como se não tivesse havido um fracasso universal do socialismo.

De modo esquemático, assim poderíamos enumerar algumas de suas máximas:

  • Desde os tempos da fundação da Petrobrás ressoa em nosso pobre País o velho e desgastadíssimo slogan de que “o petróleo é nosso”, e, por ser nosso, sua exploração não pode ser confiada a particulares que visariam apenas obter lucros…
  • A melhoria das condições de vida das classes mais desfavorecidas só é alcançável por meio de reformas de base socialistas e populistas, ou seja, por meio de injeções de dinheiro estatal em programas sociais.
  • Como a luta de classes é um “dogma”, a única maneira dos pobres se defenderem dos bancos e dos capitalistas é eleger um partido dos trabalhadores para resguardar seus direitos.
  • Estatizar, controlar e criar um emaranhado de leis e decretos visando impedir lucros extraordinários dos “donos do dinheiro”.
  • Estimular um sentimento nacionalista, revanchista, contrário ao capital estrangeiro, em especial se for norte-americano.

Diria o conselheiro Acácio, tudo pode resumir-se numa singela redistribuição de bens: “a riqueza de um país assemelha-se à um bolo, cumpre dividi-lo em partes iguais independentemente de quem o fez.”

Esse modelo — se é que essa conjunção de ideias, geradas a partir de ressentimentos e de preguiça em esforçar-se e superar-se, pudesse ser qualificado de modelo — foi abandonado pelos partidos socialistas do mundo inteiro e poucos têm a pertinácia de advogar por estatizações e confiscos. Muito pelo contrário dessa mentalidade retrógrada do velho socialismo, hoje é um fato aceito pela maioria dos economistas e filósofos sociais, que a função do governo é criar uma estrutura jurídica que garanta aos particulares operarem de acordo com regras claras e estáveis. O fato de o Estado exercer atividades econômicas soa hoje tão esdrúxulo quanto deputados julgarem questões jurídicas ou juízes aprovarem leis. Atividades econômicas estatais fiscalizadas pelo próprio Estado assemelham-se à nomeação da raposa para guardar as galinhas.

Resultados inevitáveis: corrupção e ineficiência no mais alto grau. A solução não é salvar a múmia socialista simplesmente nomeando diretores honestos e capazes. São coisas incompatíveis. Pessoas honestas na função pública só surgem e continuam desse jeito mediante um refinado sistema de meritocracia que só as empresas particulares estão aptas a ter. O lucro é intransigente — os chefes de empresa precisam prestar contas aos acionistas — para demonstrar sua capacidade de liderança, honestidade e senso operativo.

O Brasil, a Argentina, a Venezuela, o Equador e a Bolívia, estão pagando um alto preço por suas políticas nacionalistas, popularescas, estatizantes, tendo em comum uma oposição ferrenha aos EUA (a esquerda ainda se ressente de sua vitória hoje tão distante na Guerra Fria).

Infelizmente, o homem é o único animal que tropeça uma e outra vez na mesma pedra, com seus pés, mãos e cabeça. Por isso, não é a toa que continuamos e continuaremos a insistir que a corrupção e o baixo nível dos seus governantes são decorrências necessárias da mentalidade socialista.

 





:: domingo, 28 de fevereiro de 2016

O heroico coronel colombiano Plazas Vega

CONVITE


O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira esta promovendo importante conferência no Club Homs (Av. Paulista, 735, na cidade de São Paulo), às 19:00 hs do próximo dia 3 de março (Quinta-Feira).

         O conferencista será o valoroso Coronel Luis Alfonso Plazas Vega [foto], que estará no Brasil por apenas alguns dias. No Club Homs ele falará sobre a retomada do Palácio de Justiça da Colômbia, invadido em 1985 pelo movimento terrorista M-19, numa tentativa de se implantar, por meio de um golpe, o regime comunista em seu país. Os terroristas do M-19, após executarem friamente alguns magistrados, funcionários e pessoas do público — desesperados com a pronta reação militar liderada pelo Cel. Plazas Vega —, atearam fogo no edifício, deixando um saldo de 98 mortos.

O heroico coronel colombiano comandou com muito êxito a operação militar, desalojou os guerrilheiros, resgatou com vida quase 300 pessoas detidas como reféns dentro do Palácio de Justiça e restabeleceu a ordem.

Por artifícios empregados pela esquerda colombiana — aos moldes semelhantes à “Comissão da Verdade” criada no Brasil — o Cel. Plazas Vega fora condenado a 30 anos de prisão, acusado de ser responsável pelo desaparecimento de alguns terroristas. Entretanto, em dezembro último, após ter cumprido 8 anos e meio de prisão, foi inocentado e libertado pela Suprema Corte do país, que constatou que a sentença condenatória havia se fundamentado em falsos testemunhos...

         Tal fase da vida corajosa desse militar colombiano pode ser considerada uma grande epopeia. A fim de melhor tomar conhecimento desse ato de heroísmo e das injustiças sofridas, convidamos nossos leitores para a conferência. A entrada é franca, necessitando apenas a inscrição por meio do site do Instituto que organiza o evento, no seguinte link:

http://celplazas.ipco.org.br/celplazasvega

CORTE SUPREMA DECRETOU A IMEDIATA LIBERTAÇÃO DO CORONEL ALFONSO PLAZAS VEGA. A RESPEITO, ASSISTA O VÍDEO:





:: domingo, 28 de fevereiro de 2016

Vitória em Roraima é comemorada por ruralistas

Suely Campos será homenageada por moradores

 da Serra da Lua e do Tucano


A governadora Suely Campos receberá neste sábado, 27, uma homenagem da Associação dos Moradores e Produtores Rurais da Serra da Lua e Associação dos Moradores da Serra do Tucano.

A cerimônia vai ocorrer na Fazenda Renascer, durante o Festejo que comemora os 112 anos da comunidade Serra da Lua. A homenagem é referente a todo trabalho realizado pela governadora para que a criação de unidade de conservação do lavrado fosse retirada do decreto Nº 6754/2009.

No ano de 2006 foi elaborado um projeto para a criação de unidade de conservação do lavrado, que elegiam áreas dentro do estado de Roraima para sua implantação.

Esse mesmo projeto foi respaldado pelo Decreto Presidencial Nº 6754, de 2009, cujo objeto impusera ao Estado para efetuação das transferências de terras da União, a criação da unidade de conservação do lavrado, e outras reservas de conservação ambiental.

O município do Bonfim esteve com duas áreas pretendidas: A região do Tucano, local para onde migraram os rizicultores oriundos da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, local com polo de produção de grãos, carnes e fruticultura, contribuindo diretamente com o PIB (Produto Interno Bruto) do Estado.

 E ainda a região da Serra da Lua, considerada o berço da pecuária em Roraima, que perpetua essa atividade até os dias atuais, abastecendo o mercado local e vendendo para o estado do Amazonas, e tem propriedades centenárias.

Os moradores e produtores das duas regiões juntamente com a prefeitura do Município do Bonfim se posicionaram contra esse projeto, buscando alternativas para resolver a pretensão de mais uma reserva de conservação em Roraima.

Uma das moradoras que faz parte da Associação, Cristiane Thomé, afirmou que o empenho de Suely Campos foi fundamental.

 'A classe produtora já sofreu muito com a criação de reservas dentro do Estado, e a governadora conseguiu reverter o Decreto, nos dando seguridade para continuarmos nosso trabalho que já é feito há anos em Roraima', destacou.

O jornalista Nelson Ramos Barretto, que visitou a região em meados do ano passado com o seu colega Paulo Henrique Chaves, também foi convidado, tendo em vista o seu trabalho jornalístico em prol dos ruralistas ameaçados pelo decreto do ex-presidente Lula da Silva.





:: domingo, 21 de fevereiro de 2016

Falso mito da esquerda católica

Esquerda católica sustenta falso mito
Gregorio Vivanco Lopes
Enquanto o chamado Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) vai perdendo a credibilidade (se é que algum dia a teve) entre os próprios homens do campo, a esquerda católica se obstina em defender com unhas e dentes os restos de prestígio desse movimento subversivo.
Nascido das entranhas poluídas da “Teologia da Libertação” como movimento auxiliar da revolução social comunista, o MST recentemente resolveu ficar ecologista, para estar aggiornato com a última moda das esquerdas. De vermelho virou verde, como um esperto camaleão.
Mesmo assim, está difícil pegar. Como isso “não cola”, a propaganda tem insistido em promover o personagem que foi escolhido para ser o símbolo do MST, o marxista João Pedro Stédile.
Alguns dados sobre ele – suas ligações com a esquerda católica e sua adesão ao ecologismo – nos são fornecidos em interessante artigo “O Natal de Stédile”, do jornalista Mario Sergio Conti, publicado no blog leonardoboff.com (22-12-15). Sintomático o trecho que abaixo reproduzimos.
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“O Brasil é o país que abriga o maior rebanho católico do mundo. Entre eles está João Pedro Stédile, dirigente do Movimento dos Sem Terra. Ele é primo de Dom Orlando Dotti, bispo de Vacaria, no Rio Grande do Sul, e de vários frades capuchinhos. Os primos párocos marcaram a sua formação franciscana, que considera ‘mais atual do que nunca’.
“Stédile sustenta que o líder religioso da hora, o papa Francisco, ‘tem um comportamento revolucionário’. O pontífice, disse ele no intervalo de uma peregrinação pelo interior paulista, ‘teve uma experiência política no peronismo, é um nacionalista que defende os pobres e é contra o abuso do capital’.
“Para ele [Stédile], a encíclica papal sobre o meio ambiente ‘é uma obra histórica maior do que dez COP21, a conferência da ONU sobre o clima, que não serviu para nada’.
“O MST se atualizou na teoria e na prática nos últimos anos. O movimento, diz Stédile, é contra a ‘reforma agrária burra’, que só se preocupa com a divisão dos latifúndios. Advoga que a agricultura produza alimentos saudáveis para o povo, em vez de exportar commodities. Prega a ‘agroecologia’, técnicas de cultivo que não vitimem a natureza.
“Ele também se insurgiu contra o machismo, disseminado no meio rural, inclusive no MST. O movimento conseguiu que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o Incra, passasse a entregar títulos de propriedade a casais de sem-terra gays.”
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O realce de Stédile lhe vem do apoio que recebe da esquerda católica e de certas tubas midiáticas. Ora, que pessoas e movimentos que se dizem católicos, se obstinem em propagandear e patrocinar tal homem e tal movimento, quando este último visivelmente já declina, põe em evidência quão perniciosa tem sido para o Brasil a atuação da corrente denominada “esquerda católica”.

E a utilização para tão funesta empresa do sagrado nome de “católico” só pode provocar indignação.