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D. Bertrand de Orleans e Bragança

O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança é trineto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel, a Redentora. É advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP. Coordenador e porta-voz do movimento   Paz no Campo, percorre o Brasil fazendo conferências para produtores rurais e empresários, em defesa da propriedade privada e da livre iniciativa. Alerta para os efeitos deletérios da Reforma Agrária e dos movimentos ditos sociais, que querem afastar o Brasil dos rumos benditos da Civilização Cristã, que seus antepassados tanto ajudaram a construir no País, hoje assolado por uma revolução cultural de carater socialista.


D. Bertrand responde no YouTube.
  1. Sobre Paz no Campo
  2. Sobre o MST
  3. Sobre os Quilombolas
  4. Sobre raça negra e escravatura
  5. Sobre o MST e o poder
  6. Sobre invasões do MST
  7. Sobre Reforma Agrária

:: quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Índia quer falar!

Noticía o jornal 'Folha de S. Paulo' de hoje, que a primeira índia a se formar em direito no País, a wapixana Joênia Batista de Carvalho, protocolou pedido para ser a primeira advogada índia a defender oralmente uma causa no Supremo Tribunal Federal, no julgamento da demarcação da Terra Indígena Raposa/Serra do Sol, marcado para o dia 27. Joênia pretende caracterizar como 'racistas' as contestações ao modelo contínuo da demarcação da reserva, adotado por decreto presidencial. 'Não há como entenderem que a terra indígena em área de fronteira representa uma ameaça à segurança nacional, a não ser por um discurso racista. É como se os arrozeiros fossem mais brasileiros do que nós', afirma.

Com essa argumentação, a Dra. Joênia não vai conseguir grande coisa. Será mesmo ir contra a inteligência dos senhores Ministros do Supremo querer chamar de racista a defesa dos produtores rurais, que são apoiados pela maioria dos índios da Serra do Sol, os quais, por sua vez, são em maior número que os da Raposa. Racistas seriam os índios que querem separar-se do País através da ocupação de uma imensa área, para ali, sentados sobre riquezas incalculáveis, serem os maiores latifundiários brasileiros, se bem que em posse coletiva. Um privilégio racista, esse sim.. A  performance da Dra. Joênia é puramente emocional.

Seu discurso visa desviar a questão do foco principal da discussão. O Brasil assinou a 'Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas', da ONU, depois de liderar por muitos anos os países que se opõem a ela. Essa absurda Declaração pode ser votada de uma hora para outra no Congresso Nacional, vindo a equiparar-se a um preceito constitucional. Daí em diante os índios poderão ter autonomia política e administrativa, impedindo os não indios e até mesmo as Forças Armadas de entrarem em 'suas' terras. O que de fato transformará as reservas indígenas em enclaves dentro do terrritório nacional.

Amanhã essas nações se unirão aos índios - mesmo de etnias diferentes, não importa - que estão do outro lado das fronteiras da Venezuela, do Paraguai e de outros países limítrofes, para formar outros países independentes, destroçando a unidade territorial brasileira.

É para lá que nos conduz  essa política infeliz.

Um último comentário: se já estivéssemos vivendo essa utopia, a própria Dra. Joênia nunca teria se tornado uma advogada, vivendo isolada do mundo em suas terras, sem fim e sem futuro. Ou não?





:: quarta-feira, 20 de agosto de 2008

A pesca no Brasil vai mal, mas ganha Ministério

A informação  e o comentário é do leitor Mario Helvio Miotto no Forum de Leitores do jornal 'O Estado de São Paulo'.
 
Diz ele: 'Há pouco mais de cinco anos, a produção pesqueira nacional era da ordem de 1 milhão de toneladas/ano. O valor distribuído a 93 mil pescadores a título de 'seguro desemprego', para compensar o período em que a pesca é proibiida, alcançava R$ 62 milhões/ano. O governo federal trombeteou que com a criação de uma Secretaria da Pesca a produção seria aumentada para 4 milhões de toneladas. Passados esses cinco anos e pouco o 'seguro desemprego' consome R$ R$ 649 milhõeos e a produção continua no nível de 1 milhão de toneladas. Mas o número de felizes pescadores cresceu para 400 mil..Em termos de produção, queda de 77%. Como o tiime não está ganhando, vamos mudar para Ministério da Pesca'
 
Até aqui a manifestaçção do leitor. E eu pergunto: Por que será que foi nessa Secretaria que o Governo deu emprego à mulher o ex-padre Oliveros Medina, representante das FARCs no Brasil?. Será um 'cabide de empregos' para 'companheiros'? Alguém pode me responder?




:: quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Google investirá milhões para produzir energia geotérmica


A ciência e a tecnologia têm soluções para quase todos os problemas do mundo atual. Governos sérios têm à sua disposição meios proativos para enfrentar os problemmas. Já os reativos partem para a caça às bruxas a criminalização, para a punição raivosa para dizer que os outros são os culpados de sua incompetência. Vejam a noticia abaixo.

Google investirá milhões para produzir energia geotérmica

20 Agosto, 2008 - 07:27h Délcio Rocha

A empresa de informática Google anunciou nesta terça-feira (19) que investirá US$ 10,25 milhões em tecnologia para produzir energia geotérmica, como parte de seu plano para reduzir os custos de obtenção de eletricidade de fontes renováveis.

A divisão filantrópica da empresa, Google.org  revelou que o investimento terá como objetivo incentivar os sistemas geotérmicos (EGS), pelos quais se obtém vapor para movimentar uma turbina ao passar água por uma zona subterrânea a altas temperaturas.

'Os EGS poderiam ser uma aplicação definitiva para a produção energética no mundo. Têm o potencial de gerar vastas quantidades de energia de forma constante, e podem ser obtidos em quase qualquer lugar do planeta', assegurou Dan Reicher, diretor de Iniciativas de Clima e Energia da Google.org.

Os fundos serão aplicados ao desenvolvimento de instrumentos mais precisos para localizar os recursos geotérmicos, ferramentas para obter mais informação sobre os EGS e incluir a energia geotérmica na agenda política.

Um estudo recente do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) revelou que somente 2% do calor existente sob os Estados Unidos a uma profundidade de entre 3 e 10 quilômetros cobriria em mais de 2.500 vezes a necessidade de consumo energético anual do país.

'Os EGS são críticos para que se produza a revolução de eletricidade limpa que necessitamos para solucionar a crise climática, mas não receberam suficiente atenção. Por isso, estamos pressionando para aumentar o apoio do Governo e o investimento privado', comentou Reicher.

No ano passado, a Google assegurou que planeja gastar milhões de dólares para ajudar a reduzir os custos derivados da produção elétrica de fontes de energias renováveis abaixo do preço das atuais usinas poluentes, para tornar competitiva a energia limpa.

A empresa centrou seu plano nas tecnologias solar, térmica e eólica.

Até o momento, a Google.org já investiu em uma central de energia solar e em outra de energia eólica na Califórnia.

Fonte: Estadão Online

http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=8848




:: segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Onde há minério, há reserva de índio

Meus amigos do blog www,gpsdoagronegocio.blogspot.com  postaram a seguinte observação, que transcrevo:



Caroleitor, o quadro acima retrata o mapa do estado de Roraima. Atente-se para a coincidência...

As partes em retícula são as reservas generosamente demarcadas para alguns poucos índios.

E os pontinhos vermelhos? -- Serão tribos índígenas? Malocas étnicas? --Não! São reservas de minérios como Nióbio, Tântalo, Ouro, Urânio, Tório e Diamante.

Com certeza são os “principais índios protegidos” em Roraima!


 





:: sábado, 16 de agosto de 2008

Marcha a Roraima consegue furar bloqueio

  A Folha de Boa Vista informa, em reportagem de Willame Sousa
 


Foto: Charles Bispo

 “A operação realizada por integrantes do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra de Roraima (MST), Movimento das Mulheres Camponesas de Roraima (MMC), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Central Única dos Trabalhadores (CUT),, não foi suficiente para impedir a chegada da 'Marcha a Roraima' ao Estado”.

Os manifestantes obstruíram o trecho da rodovia BR-174, frente do acampamento Irmã Dorothy Stang, em área invadida pelo MST. Pedaços de madeira, pneus, galhos de árvores e uma barreira humana impediam que veículos passassem em dois pontos da estrada. Cerca de 600 metros, segundo estimativa de James Rocha, um dos dirigentes do MST, separavam um local bloqueado do outro.

Com a truculência que é a forma de agir desses movimentos políticos diziam: 'Queremos ouvir quais as propostas e projetos destes produtores para a nossa terra. Eles devem nos dar explicações sobre as intenções deles em nosso Estado. Caso os produtores do Mato Grosso não queiram negociar, vamos impedir que cheguem à Capital', afirmou Terêncio Manduca, vice-coordenador do CIR

.Porém, as explicações que Manduca queria ouvir ficaram para outra ocasião, pois as caminhonetes, que traziam os produtores vindos de diferentes municípios do Mato Grosso, conseguiram fazer um desvio.





:: sábado, 16 de agosto de 2008

PT pensa como partido único

Autoritários os petistas agem como se fossem donos do Brasil. Sectários não permitem a divergência. Assim estão agindo contra o Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro, uma organização que visa defender o direito de manifestação dessa imensa camada da população  que orgulha-se de sua miscigenação e procura livrar-se da exlusão que sofrem da parte daqueles que querem dividir o povo brasileiro em raças e lançar a luta entre elas. O Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro tem  como lema a frase  de Gilberto Freire: ' a mestiçagem une os homens separados pelos mitos raciais'. Vejam a noticia abaixo, cuja fonte é o site do movimento www.nacaomestica.org . A questão é local. Acontece em Manaus. Mas a postura do PT é a mesma por toda parte.

'Simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT) defendem a exclusão da representação dos mestiços e caboclos do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos Humanos. A Secretaria Municipal de Direitos Humanos, administrada pelo secretário Jorge Guimarães, do PT, recebeu um pedido solicitando a impugnação do Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro sob o argumento de que esta organização mestiça e cabocla está realizando uma campanha nacional contra o voto no Partido dos Trabalhadores. O Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro tem denunciado que o Partido dos Trabalhadores possui uma política nacional contrária a mestiços e caboclos ...'. O Movimento pretende manter a campanha. 
 




:: segunda-feira, 28 de julho de 2008

MST, movimento político, esfumaçando ...

No Rio Grande do Sul estudantes da Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil que faz parte da Via Campesina, realizaram uma passeata contra o plantio de eucaliptos no Estado e contra o que chamam 'criminalização dos movimentos sociais'.
 
Desde que a Via Campesina, multinacional do crime no campo com sede na Indonésia, se fixou no Brasil , e aliada ao MST vai aos poucos substituindo a este ou aliando-se a ele em ações politicas, um sem número de pequenas entidades que existem mais no papel e sem representatividade emprestam seus nomes para dar a idéia de força junto aos vários segmentos da opinião pública. Pura propaganda para dar a impressão aos incautos de que varios segmentos da sociedade associam-se às suas utopias...Não nos deixemos iludir! É pura fumaça, como a publicitária coluna Prestes nos anos 30.




:: segunda-feira, 28 de julho de 2008

95% contra o MST

A enquete foi do jornal O Estado de São Paulo.
 
Nela estava a pergunta:

Justiça condena MST a pagar R$ 5,2 milhões por invadir ferrovia. Decisão foi acertada?

  • Sim
    95%
  • Não
     5%




:: segunda-feira, 28 de julho de 2008

Comando MST em favela e em ação política

Com ou sem o beneplácito da direção do movimento, a participação de militantes do MST na campanha eleitoral na favela da Rocinha, RJ, em defesa do candidato do curral eleitoral da favela, é mais um indício de que ele se converteu numa organização política cujo foco vai muito além da reforma agrária. O próprio MST nãol procura mais escondner de que o que quer realmennte é a conquista do poder para implantar sua utopia comunista.

Não É a primeira vez na América Latina que organizações de esquerda radical se aproximam de grupos de criminosos. Depois, tendem a se converter em sócios da criminalidade. 

Fonre: O GLOBO




:: segunda-feira, 28 de julho de 2008

Rainha, do MST, do Pontal à Rocinha

Transcrevo:

Comandante dos sem-terra no Pontal do Paranapanema (SP), José Rainha Júnior virou personagem da disputa eleitoral na Rocinha por seu estímulo à candidatura de Luiz Cláudio de Oliveira, conhecido como Claudinho da Academia. Rainha contou que freqüenta a comunidade desde 1997 e que tem orientado a organização da população local. A última vez que esteve na Rocinha, segundo relatou, foi no lançamento de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em março deste ano, em evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com longa atuação no comando de invasões de propriedades rurais, tendo sido durante anos um dos coordenadores nacionais do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Rainha já foi condenado pela Justiça por incêndio criminoso, furto qualificado e porte ilegal de arma. Em abril de 2000, foi absolvido por quatro votos a três da acusação mais rumorosa: era réu em caso de duplo homicídio, suspeito de ter assassinado um fazendeiro e um ex-policial em Pedro Canário (ES), em 1989. No primeiro julgamento, realizado em 1997, Rainha havia sido considerado culpado da co-autoria dos assassinatos e condenado a 26 anos e meio de prisão, mas a defesa conseguiu a anulação. Rainha foi defendido pelo advogado e ex-deputado petista Luiz Eduardo Greenhalgh.
 
Fonre: O GLOBO 25 de julho de 2008




:: segunda-feira, 28 de julho de 2008

MST na favela

Transcrevo:

Niúra Antunes militou durante sete anos no Pontal do Paranapanema (SP), onde liderou um movimento feminino. Formada em serviço social, fez a monografia na faculdade sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Diz ser amiga de José Rainha e de sua mulher Diolinda. Quando foram presos, em 1999, deu assistência aos filhos do casal.
'A partir desse momento, meu interesse como militante era ter um trabalho para essa população. Foi quando entendi a violência urbana. A população é passiva demais - diz a militante, nascida em Presidente Prudente.
 
Ela apareceu na terça-feira, ao lado do candidato a vereador Claudinho da Academia (PSDC), dizendo ser do MST. Niúra afirmou trabalhar com formação política dentro da favela. Em entrevista concedida anteontem, no entanto, a assistente social diz não pertencer mais ao movimento, representando somente seus 'ideais'.

- É um processo de conscientização política. Jogam isso para uma análise muito rasa, sempre para o lugar comum para o tráfico de drogas - disse.

Niúra é diretora do Instituto de Audiologia Santa Catarina, em Duque de Caxias. Segundo ela, há atendimento de 1.500 pessoas por mês. As consultas são mantidas por convênio estabelecido com o Sistema Único de Saúde (SUS), do Ministério da Saúde.

 





:: segunda-feira, 21 de julho de 2008

Engessamento das terrasXprodutividade

 

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes - ressalvando que estava fazendo uma brincadeira que não poderia ser levada ao pé da letra - disse que 'é mais fácil haver a extinção da agricultura brasileira do que da floresta'. Referia-se ele ao engessamento das áreas para utilização por particulares por meio da agropecuária, enquanto tanto se fala sobre desmatamento.

 'Se vocês somarem todas as reservas criadas no Brasil, só as indígenas dão cinco Estados do Paraná. Mais as quilombolas, as florestas de preservação permanente, as de uso sustentável, as reservas legais, a não utilização das encostas acima de determinada altitude, já congelamos 70% do território nacional'. Esqueceu-se o ministro dos assentamentos do MST. Pediu que o assunto seja tratado com mais racionalidade. 'Nós temos alguns Estados em que a capacidade de uso do solo está restrita a 2,18%, o resto está proibido'.

Esta noticia sai no mesmo dia que outra, dando conta que o Agronegócio, verdadeira locomotiva da Economia brasileira deve crescer 11% neste ano. Lembramos que esse setor é essencialmente de iniciativa particular.





:: segunda-feira, 14 de julho de 2008

PT e CNBB a favor do MST

A bancada do PT na Câmara dos Deputados articula com movimentos ditos sociais, uma ação judicial contra decisão do Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul, de dissolver o MST.
 
 
O deputado Adão Preto (PT-RS) informou que a bancada de seu partido decidiu reagir contra decisão do MP do RS, pois considera a iniciativa uma 'aberração'. Ele lembrou que o PT está discutindo o assunto com entidades como a  Conferência  Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB - antes de impetrar a ação contra o Conselho.
 
Já comentei os fatos anteriores deste caso em outros posts. Gostaria hoje de comentar onde está a 'aberração' a que alude o deputado
Adão Preto. Socialistas, fascistas, nazistas, comunistas, ou seja, os totalitários de todo gênero, têm um cacoete de criminalizar tudo o que se opõe às suas bem-amadas utopias. Mas levantam uma grita mundial de grupos minoritáros de ideologias afins às suas se alguém ousar se opor a movimentos como o MST, que praticam crimes hediondos como método de ação.
 
Fonte: Agência Câmara




:: segunda-feira, 14 de julho de 2008

PT e CNBB a favor do MST

A bancada do PT na Câmara dos Deputados articula com movimentos ditos sociais, uma ação judicial contra decisão do Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul, de dissolver o MST.
 
 
O deputado Adão Preto (PT-RS) informou que a bancada de seu partido decidiu reagir contra decisão do MP do RS, pois considera a iniciativa uma 'aberração'. Ele lembrou que o PT está discutindo o assunto com entidades como a  Conferência  Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB - antes de impetrar a ação contra o Conselho.
 
Já comentei os fatos anteriores deste caso em outros posts. Gostaria hoje de comentar onde está a 'aberração' a que alude o deputado
Adão Preto. Socialistas, fascistas, nazistas, comunistas, ou seja, os totalitários de todo gênero, têm um cacoete de criminalizar tudo o que se opõe às suas bem-amadas utopias. Mas levantam uma grita mundial de grupos minoritáros de ideologias afins às suas se alguém ousar se opor a movimentos como o MST, que praticam crimes hediondos como método de ação.
 
Fonte: Agência Câmara




:: sexta-feira, 11 de julho de 2008

Veja fotos secretas da guerrilha no Brasil e conheça as vinculações dela com assentamentos do MST

 Está no site da Isto é.. Não deixe de ler o texto também.
 




:: sexta-feira, 11 de julho de 2008

Comissão da câmara aprova fim de demarcação indígena em SC

Uma boa notícia.
 
O deputado Abelardo Lupion apresentou parecer favorável à proposta. A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou proposta que revoga a homologação da demarcação da Terra Indígena Ibirama La-Klanô ou Duque de Caxias, nos municípios de Vitor Meireles, José Boiteux, Itaiópolis e Doutor Pedrinho, em Santa Catarina.
A medida está prevista no Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 480/08, dos deputados Valdir Colatto (PMDB-SC) e João Matos (PMDB-SC). A proposta recebeu parecer favorável do relator Abelardo Lupion (DEM-PR).

O projeto susta a portaria 1128/03, do Ministério da Justiça, que ampliou a área da reserva indígena. Segundo os autores, está comprovado que na área residem famílias de agricultores em 457 pequenas propriedades, com média de 15 hectares.
Prejuízos

Os autores da proposta ressaltam que a homologação da demarcação compromete
o uso dessas áreas, 'causando significativos prejuízos econômicos ao Estado, às populações interessadas e a toda a coletividade'. Eles argumentam que a demarcação 'compromete o princípio da legalidade e da moralidade e impõe prejuízos econômicos a Santa Catarina'.

Para os deputados, o prejuízo decorre 'não só do valor do patrimônio imobiliário subtraído de forma inconstitucional pela União e pela Funai', mas também 'por causa dos prejuízos com os tributos que o Estado deixará de arrecadar com a retirada de pequenos agricultores já instalados nas áreas'.

Segundo os parlamentares, a portaria 1128/03 não reconhece os direitos dos proprietários de terras, 'desconsiderando todas as cadeias sucessórias de mais de um século, resguardadas pelo ordenamento legal. Por isso, na avaliação deles, a portaria representa uma 'clara ofensa aos princípios constitucionais do direito adquirido, da ampla defesa e do ato jurídico perfeito'.

Tramitação

O projeto será analisado ainda pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário. As informações são da Agência Câmara e MNP





:: quinta-feira, 10 de julho de 2008

Guinada rápida à esquerda rumo ao comunismo

Sob pretexto de aumentar nosso relacionamento comercial, o presidente Lula, dando seqüência à  'conquista da Ásia',  fez visita oficial ao Vietnã. Ofereceu flores no mausoleu do carrasco Ho Chi Minh, visitou o Gen. Chiap, hoje com 97 anos, que comandou a luta contra franceses e americanos, e visitou o secretário-geral do Partido comunista, Nong Duc Manh. O 'camarada' Marco Aurélio Garcia comentou que a visita, além do caráter econômico e político, tinha também um lado sentimental. Disse que muitos de sua geração viveram estimulados pelos feitos vietnamitas, na busca por sua independência. Um programa entre camaradas.
Leio hoje na Folha de São Paulo, na coluna da Mônica Bérgamo:
 
Uma poesia para o MST

O MEC coloca no ar um anúncio, nos próximos dias, que deve causar arrepios nos adversários do MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.


Nele, Vinicius Pereira, terceiro colocado no concurso 'Escrevendo o Futuro', do ano passado, conclama jovens a se inscreverem na Olimpíada de Português -que era organizada pela Fundação Itaú e neste ano está sendo promovida pelo governo federal em todo o país. Na propaganda, o ator Jonas Bloch declama 'Meu pequeno recanto', a poesia premiada de Vinicius, que mora num acampamento do MST em Uberaba. Outra vencedora do concurso, Carla Xavier, do Glicério, no Rio de Janeiro, escreveu sobre uma represa da região em que vive e também estrelará uma propaganda.

A  poesia de Vinicius: 'Moro num acampamento/ Chamam a gente de assentados/ No lugar tem muitas pessoas, lá fomos colocados/ Não conhecemos os luxos da vida, só conhecemos a humildade/ Sem falar no preconceito que tem a sociedade/ Para muitos somos sem-terra, e não pessoas de bem (...)/ Vamos assim vivendo, não deixamos de lutar/ Sem luta não conseguiremos o futuro melhorar/ Quando ganharmos a terra, donos dela vamos ser/ Poderemos então plantar, enfim tudo colher/ Sou menino, sou poeta/ E nesses versos eu canto/ A minha história de vida no meu pequeno recanto'.
 
Lembrei-me então de outra poesia, essa do xará do Vinicius, o de Moraes, que usou também desse recurso para cantar seus amores pela Reforma Agrária de cunho comunista , que naquela época, 1962, já mostrava todo seu radicalismo e ódio à propriedade particular.
Leiam:
 

Os homens da terra


Em homenagem aos trabalhadores da terra do Brasil, que enfim despertaram e cuja luta ora inicia.

Senhores Barões da terra
Preparai vossa mortalha
Porque desfrutais da terra
E a terra é de quem trabalha
Bem como os frutos que encerra
Senhores Barões da terra
Preparai vossa mortalha.
Chegado é o tempo de guerra
Não há santo que vos valha:
Não a foice contra a espada
Não o fogo contra a pedra
Não o fuzil contra a enxada:
- União contra granada!
- Reforma contra metralha!

Senhores donos da Terra
Juntais vossa rica tralha
Vosso cristal, vossa prata
Luzindo em vossa toalha.
Juntais vossos ricos trapos
Senhores Donos de terra
Que os nossos pobres farrapos
Nossa juta e nossa palha
Vêm vindo pelo caminho
Para manchar vosso linho
Com o barro da nossa guerra:
E a nossa guerra não falha!

Nossa guerra forja e funde
O operário e o camponês;
Foi ele quem fez o forno
Onde assa o pão que comeis
Com seu martelo e seu torno
Sua lima e sua torquês,
Foi ele quem fez o forno
Onde assa o pão que comeis.

Nosso pão de cada dia
Feito em vossa padaria
Com o trigo que não colheis;
Nosso pão que forja e funde
O camponês e o operário
No forno onde coze o trigo
Para o pão que nos vendeis
Nas vendas do latifúndio
Senhor latifundiário!
Senhor Grileiro de terra
É chegada a vossa vez
A voz que ouvis e que berra
É o brado do camponês
Clamando do seu calvário
Contra a vossa mesquinhez.

O café vos deu o ouro
Com que encheis vosso tesouro
A cana vos deu a prata
Que reluz em vosso armário
O cacau vos deu o cobre
Que atirais no chão do pobre
O algodão vos deu o chumbo
Com que matais o operário:
É chegada a vossa vez
Senhor latifundiário!

Em toda parte, nos campos
Junta-se a nossa outra voz
Escutai, Senhor dos campos
Nós já não somos mais sós.
Queremos bonança e paz
Para cuidar da lavoura
Ceifar o capim que dá
Colher o milho que doura,
Queremos que a terra possa
Ser tão nossa quanto vossa
Porque a terra não tem dono
Senhores Donos da Terra.
Queremos plantar no outono
Para ter na primavera
Amor em vez de abandono
Fartura em vez de miséria.

Queremos paz, não a guerra
Senhores Donos de Terra ...
Mas se ouvidos não prestais
Às grandes vozes gerais
Que ecoam de serra em serra
Então vos daremos guerra
Não há santo que vos valha:
Não a foice contra a espada
Não o fogo contra a pedra
Não o fuzil contra a enxada:
- Granada contra granada!
- Metralha contra metralha!

E a nossa guerra é sagrada
A nossa guerra não falha!

Vinicius de Moraes. Poemas para a Liberdade.  1962

Pergunto: Para onde vamos?




:: quinta-feira, 10 de julho de 2008

CNBB quer exportar Reforma Agrária

O deputado Lael Varella, a respeito de matéria do jornalista Roldão Arruda no O Estado de São Paulo,  pronunciou o seguinte discurso que endosso totalmente

O SR. PRESIDENTE (Inocêncio Oliveira) - Concedo a palavra ao ilustre Deputado Lael Varella.

O SR. LAEL VARELLA (DEM-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, vivemos uma época de paradoxos. Enquanto o Conselho de Promotores do Rio Grande do Sul pede o fim do MST, a CNBB quer exportar movimento de sem-terra para a África do Sul.

De fato, todo o Brasil e, especialmente, o Rio Grande do Sul não suportam mais as invasões, depredações e bloqueios de estradas promovidas pelo MST. Assim, o Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul aprovou relatório que pede a dissolução do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e já serviu de base para 8 ações judiciais contra os ditos sem-terra, que incluem proibição de marchas e autorização de despejos e deslocamento de acampamentos.

No sentido oposto, de onde deveria vir a defesa da paz, da ordem e dos mandamentos da Lei de Deus, vem justamente o insuflar da revolução.
Tomamos conhecimento, por meio, de matéria de Roldão Arruda, do jornal O Estado de S. Paulo, que a Conferência Episcopal da África do Sul enviará ao Brasil, no mês de julho, um grupo de representantes para conhecer a estrutura e o funcionamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), que é vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e também para manter contatos com o Movimento dos Sem-Terra (MST).

Continua o artigo:

De acordo com explicações do Padre Nelito Dornelas, assessor da CNBB para o setor Superação da Miséria e da Fome e um dos encarregados de organizar a visita, os africanos vêm aprender com os brasileiros.

Querem implantar lá a metodologia desenvolvida pela CPT, disse o padre. Também estão interessados em ter missionários brasileiros que ajudem os trabalhadores rurais a organizarem seus movimentos, como foi feito no Brasil.

 Como se sabe, o MST é filho da CPT.

Essa declaração do Pe. Nelito embora não seja novidade, é de toda a gravidade, pois representa a chancela de um órgão da CNBB a um movimento revolucionário contrariando abertamente os ensinamentos pontifícios.

Continua a notícia:

De acordo com o padre, desde o fim do apartheid, o regime racista sul-africano, há 14 anos, a Conferência Episcopal tenta estimular a redistribuição de terras. Os bispos chegaram até a doar as terras da Igreja aos sem-terra. Até agora, porém, não viram resultados: a Reforma Agrária, como plataforma política, continua restrita a pequenos grupos, enquanto a terra continua concentrada nas mãos de poucos proprietários, disse o assessor da CNBB.

Durante o apartheid, os brancos controlavam 87% das terras cultiváveis no país. Estima-se que ainda controlem pelo menos 80% o que faz da reforma agrária uma das hipotecas mais pesadas do antigo regime.

Diante desse quadro, os bispos sul-africanos estudam a possibilidade de levar para o país a experiência da CPT, que foi criada há33 anos por setores progressistas da CNBB, ligados à Teologia da Libertação, e hoje está presente em quase todo o território nacional, com 130 equipes de base. No fim dos anos 70, a CPT ajudou a criar o MST, organização que até hoje conta com o apoio de setores do clero e do episcopado.

Novamente um paradoxo. A CNBB quer levar a miséria para a África do Sul? A cegueira socialista da Teologia da Libertação não aprendeu a lição com a experiência brasileira das conhecidas favelas rurais? E a experiência africana no Zimbábue, vizinho da África do Sul, onde a reforma agrária levou à miséria e à fome na outrora próspera Rodésia?

O Padre Nelito confessa a autoria: 'Se não fosse a CPT, a Reforma Agrária não teria sido colocada na pauta política do País com a força que se viu nas últimas décadas'. Entretanto, tenta disfarçar de onde vêm as ordens:

'A direção da luta está nas mãos dos trabalhadores, mas a CPT continua apoiando e promovendo a bandeira da reforma'. Novamente, fica a pergunta: quais são os frutos dessa fracassada reforma agrária?

Sr. Presidente, urge avisar aos nossos irmãos africanos o perigo da importação da praga do MST, que destrói as plantações, as criações e até as empresas produtivas. Sobretudo, é preciso mostrar a nossa trágica experiência, antes que seja tarde e se tenha de apelar ao Ministério Público.

Tenho dito.





:: domingo, 6 de julho de 2008

Relatório do MP do RS é inconstitucional”, diz ministro da Justiça

Em entrevista ao Correio do Povo, o ministro da Justiça, Tarso Genro, classificou o documento do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que determina a dissolução do MST, como inconstitucional e sustenta que não há necessidade de leis específicas para os movimentos sociais, .

Tarso disse que o documento 'tenta recuperar de forma extemporânea, fora da Constituição de 1988, um conjunto de princípios que estão mais vinculados ao conceito de segurança nacional da época do regime militar do que à segurança do Estado democrático de direito'.

'Seria uma temeridade transformar uma questão de ordem pública, como são as eventuais ocupações do MST em propriedades privadas, em questões relacionadas com a segurança do Estado. Iniciaríamos um processo de criminalização preliminar de movimentos sociais que não cabe dentro da Constituição', acredita o ministro.

Para ele, 'o regramento às ações do MST, como para qualquer movimento social no Brasil, já está dado pela Constituição'.

Até aqui, a fonte é o site site do MST

A notícia, que não mereceu um comentário maior na midia do País, é entretanto preocupante.O sr. Minsitro da Justiça deve saber muito bem das não 'eventuais' ocupações do MST, verdadeiros atos de vandalismo e sabidamente criminosos do MST e congêneres, movimentos políticos que só querem a implantação do comunismo no Brasil. E que se mantém na ilegalidade prepositalmente para não serem enquadrados criminalmente, como deveriam ser. O MST não está protegido pela Constituição, como quer o Senhor Ministro, mas seus dirigentes seriamente enquadrado no Código Penal.

Como contribuição para este debate, cito este trecho de um documento do MST:

' As ocupações e outras formas massivas de luta pela terra, vão educando as massas para a necessidade da tomada do poder e da implantação de um novo sistema econômico: o socialismo!'

(cfr. Documento Básico do MST - aprovado pelo VI Encontro Nacional)





:: quinta-feira, 3 de julho de 2008

Senador Jarbas Vasconcelos defende usineiros de Pernambuco e põe os pingos nos iis

 

Discurso Pronunciado pelo Senador Jarbas Vasconcelos no Plenário do Senado Federal no dia 02 de julho de 2008.

Senhor Presidente,

 Queria falar hoje do mais novo aloprado do Governo Federal, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que ontem em entrevista à Imprensa fez acusações mentirosas e caluniosas contra o nosso Governo em Pernambuco, na questão da destruição da Mata Atlântica na Zona da Mata, região onde se encontram as usinas de cana.

Tenho verdadeira ojeriza, completo nojo dos populistas, dos bobos da corte que se divertem atacando a honra alheia. Este é o caso do Sr. Minc, que tem mais vocação para animador de auditório do que para Ministro de Estado.

Para compensar suas deficiências morais e de gestão, o Sr. Minc optou pelos factóides populistas.

É realmente uma lástima que o Presidente da República não tenha conseguido um substituto à altura para a Senadora Marina, optando por uma pessoa que faz do folclore, da vaidade pessoal e do sensacionalismo seus instrumentos de trabalho.

 O Sr. Minc acusou o nosso Governo de fazer um 'acordo imoral' com as empresas do setor sucroalcooleiro. Por este acordo, as usinas teriam que recuperar seis hectares, replantando espécies originais da Mata Atlântica. O ministro 'factóide' afirmou à Imprensa, abre aspas: 'Foi um acordo imoral que deve ter custado muito caro'.

Mentira do Sr. Minc. A verdade é que este pacto foi formalizado pelo atual Governo de Pernambuco, comandado pelo grupo político que é nosso adversário.

Trata-se do Termo de Compromisso Agroindustrial nº 6.132, firmado em setembro de 2007 com a Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, a CPRH. Também foi firmado pelo atual Governo de Pernambuco um termo de recomposição da mata ciliar no qual as usinas se comprometeram a plantar, por um período de três anos, seis hectares por ano de mata ciliar, com espécies nativas de Mata Atlântica.

Mesmo sendo adversário político do atual governador de Pernambuco, jamais poderia acusá-lo de ter firmado um 'acordo imoral' e insinuar que esse acordo teria 'custado muito caro' como afirmou o ministro Minc.

O ministro tentou politizar e partidarizar a questão e terminou fazendo insinuações maldosas contra um Governo que é aliado do Presidente da República, no Estado natal de sua excelência.

A verdade, Senhor Presidente, é que o Ibama era o responsável pela Mata Atlântica até 2006 - portanto, o Governo de Pernambuco só passou a atuar diretamente no licenciamento ambiental nos últimos 2 anos. Tanto que os dois termos que citei foram firmados no ano passado pelo atual Governo de Pernambuco.

Já em 2006, ainda na nossa gestão, a Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos definiu instrução normativa para o licenciamento de 2007. Os termos de compromisso com as agencias estaduais de meio ambiente são bem mais eficazes do que a bravata do ministro - 60% são cumpridos, contra 15% de eficácia da judicialização das ações ambientais.

Não sei quais são os interesses que o movem, mas, com certeza, são interesses que devem custar muito caro ao governo Lula.

Assim Senhor Presidente, concluo mais uma vez repudiando as cavilosas insinuações do irresponsável, folclórico e leviano Ministro Minc.

Era o que tinha a dizer,

Senhor Presidente.

JARBAS VASCONCELOS

Senador da República

 




:: quinta-feira, 3 de julho de 2008

Renato Cunha contesta acusações de Carlos Minc

 O presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar, Renato Cunha, repudiou as acusações de Minc, dizendo que a autuação das usinas pernambucanas foi um 'equívoco'. Informou ter acionado o departamento jurídico do Sindicato para questionar a iniciativa do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente. Renato Cunha agiu até que elegantemente diante da brutalidade da agressão do Ibama e do MMA.
 
O presidente do Sindiaçucar criticou ainda a Operação Engenho Verde do Ibama e do MMA 
  1. Disse que as empresas têm licenças para queima concedidas pelo próprio Ibama.
  2. Afirmou que a operação é um contra-senso, pois o próprio Ibama concedeuas licenças para queima agrícola que valem até 2009.
  3. A lei não mudou. “O que eles querem é fazer uma nova versão do que já existe”.
  4. As usinas de cana-de-açúcar de Pernambuco funcionam com licença da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e têm um termo de compromisso agroindustrial (TCA) em vigor desde o ano passado. O termo prevê o plantio, por três anos, de 132 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica por ano nas margens dos rios que cortam suas terras.
  5. Em 2009 devem ser firmadas novas metas para recuperação das reservas florestais, as quais abrangerão 20% da área de cada usina.

Não sem uma certa ironia, e com inteira razão, completou a Presidente do Sindiaçucar: “o governo deveria fiscalizar também terras e assentamentos do Incra que não cumprem a legislação ambiental”.

 




:: quinta-feira, 3 de julho de 2008

Usineiros de Pernambuco: de heróis a bandidos

Os 'heróis'de Lula viraram foras-da-lei para o Ministro Minc. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou que o Ibama autuou as 24  usinas de cana-de-açucar de Pernambuco, que   terão que pagar multa total de 120 milhões - em média 5 milhões para cada uma - por crimes ambientais, como desmatar a Mata Atlântica e não apresentar licenciamento para funcionamento. Segundo o Ibama, as usinas funcionam em situação completamente irregular. 'O que ocorre em Pernambuco é uma lambança generalizada com apoio político e impunidade. Não vamos dar sossego para os usineiros com costas quentes na política. Acabou a moleza', disse Minc.
 
O governo entrou com ação  civil pública para que os proprietários replantem 85mil hectares e recomponham a floresta. Eles vão responder ainda a processo criminal.
 
Até aqui os fatos. Comento: esta é mais uma das milhares de ações do  governo contra o agronegócio . São elas bem ccracterísticas de um governo reativo e não proativo. Sai à procura de culpados para encobrir falta de  planejamento para os verdadeiros problemas do Paíz.
 
Muitos  desses problemas são criados pela administração pública deficiente e pontual, pelo inchaço, aparelhamento e incuria dela. E também pela ideologização  e acusação a pretensos culpados- sempre presente nos atos do atual governo. Nossas autoridades atuam atrasadas, por meio de leis persecutórias, decretos portarias e uma miríade de atos administratiiivos com os quais criminaliza muitas atividades produtivas. E impõe multas altíssimas, que o empreendedor não pode pagar, ainda que trabalhe durante toda sua vida só para isso. Muitas vezes o proprietário entrega suas terras em pagamento, que é logo repassada ao Incra para nelas implantar suas  'favelas rurais'. Se demoram a antregar, o MST invade, avisado pelo Incra de que aquele proprietário deve ao governo.
 
A atuação precipitada e reativa do MMA é que foi uma 'lambança' como fica claro pela resposta elegante e serena do presidente do Sindiaçucar, Renato Cunha, e pelo eloquente discurso do  Senador Jarbas Vasconcelos no  Plenário do Senado Federal. Vejam os outros posts sobre o asssunto.
 




:: quinta-feira, 3 de julho de 2008

Pedido de dissolução do MST no RS continua a ferver

  Deputado Harter vai abrir a caixa preta das ONGs aparelhadas pelo MST

O deputado Nelson Harter (PMDB) protocola na manhã desta quinta-feira a solicitação para criação de Comissão de Representação Externa que averiguará a destinação de recursos públicos para ONGs ligadas à reforma agrária. A entrega será feita diretamente ao presidente da Casa, deputado Alceu Moreira. Harter já colheu 31 assinaturas de parlamentares, superando o número mínimo exigido de 19. O ato ocorrerá na sala da presidência às 10h.

. Vem aí a CPI do MST no RS.

Fonte: www.polibiobraga.com.br





:: quarta-feira, 25 de junho de 2008

Coronel responde aos Senadores

Transcrevo do Políbio Braga: 

Coronel Mendes aos senadores: 'O MST não é mais uma questão do governo, mas uma questão de Estado'

Ao completar um roteiro de audiências e conversas na Assembléia e na Brigada Militar, o senador Paulo Paim falou em nome dos seus companheiros da Comissão de Direitos Humanos do Senado e se queixou:

'A Brigada está usando de força excessiva pra cima dos movimentos sociais, sobretudo o MST.'

. Adão Praiani, o ouvidor da Segurança Pública do RS, e o secretário da Segurança, José Luiz Malmann, reagiram indignados diante das declarações de Paim.

. A Comissão de Direitos Humanos do Senado veio montar seu circo em Porto Alegre. Na Assembléia, contou com a colaboração do presidente da Comissão de Direitos Humanos do Legislativo do RS, adivinhem quem ?, o deputado Dionilson Marcon, o mesmo que dedurou o ex-apenado Hermann.

. Os senadores estiveram à tarde na Brigada Militar. A idéia dos senadores era conversar com o coronel Paulo Mendes, o novo comandante, mas Mendes chamou para a reunião algumas testemunhas importantes, porque já sabia o que estava sendo armado. Ele pediu a visita do Promotor de Justiça Militar, o Promotor da Justiça Federal, ambos focados nas questões do MST, e também chamou a presidente do Tribunal da Justiça Militar do RS. Mais quem ? O Conselho Superior da Brigada e as entidades representativas do pessoal da Brigada.

. Todo mundo falou.

. Ao final e ao cabo, o coronel Paulo Mendes avisou aos senadores:

'O problema do MST é que a questão não é mais com o governo do Estado, mas com o Estado. O Estado não quer mais saber dessa gente no RS.'




:: quarta-feira, 25 de junho de 2008

Os senadores e o MST

 Transcrevo o que noticia Rogerio Mendelski, de Poorto Alegre:
 

“Nós conseguimos com a ajuda da Brigada Militar identificar todos os militantes do MST”.

Gilberto Thums, promotor de Justiça, no seu relatório sobre as ações do MST no RS

OS SENADORES E O MST

Três senadores da bancada governista estiveram ontem na Assembléia Legislativa para ouvir do coronel Paulo Roberto Mendes, comandante da BM, como a corporação vem tratando os movimentos sociais que fazem baderna em nosso Estado.  

Estiveram na Assembléia Legislativa os senadores Paulo Paim (PT-RS), Flávio Arns (PT-PR) e José Nery (PSOL-PA), preocupados com as denúncias contra a “violência” da Brigada Militar quando reprime as manifestações de entidades agora identificadas como “movimentos sociais”.  

O coronel Mendes mostrou como a BM age e relatou as 13 ações de manutenção da ordem quando foi chamada a intervir. Na verdade, os senadores foram quase que intimados a comparecer no RS, pressionados pelos tais “movimentos sociais”.  

Quem vive neste estado sabe que a Brigada Militar está com uma atuação que merece o aplauso de todas as pessoas de bem. Os “movimentos sociais” atingiram a um grau de impunidade que já não se sabia mais onde eles iriam promover suas próximas manifestações.  

Mas o que está deixando os tais “movimentos sociais” apreensivos é nova situação implantada no RS. As autoridades de segurança pública contam com o apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário e a última ação de despejo dos sem-terra das imediações da Fazenda Guerra, em Coqueiros do Sul se transformou num recado explícito aos baderneiros.  

A ilustre visita dos membros do Senado da República talvez tenha bons resultados no plano federal. Eles ouviram e se inteiraram dos métodos da Brigada Militar na repressão à desordem. E ficaram sabendo que “não há nenhum complô contra o MST”. Até porque quem faz complô contra a lei e a ordem é o próprio MST.  

CAIU A MÁSCARA  

O advogado do MST, Juvelino Stronzake, está respondendo às autoridades gaúchas que resolveram botar o movimento na linha e dentro da ordem. Disse o doutor Stronzake que o MST não pode ser dissolvido como querem as autoridades porque o movimento “não existe do ponto de vista legal”. Ou seja, é um movimento marginal e perigoso porque se esconde na sombra da legalidade.  





:: quarta-feira, 25 de junho de 2008

Promotor esclarece, em video, a questão do MST

Quem quuiser ouvir as declarações do Promotor do Riio Grande do Sul que pediu a dissolução do MST.
 




:: terça-feira, 24 de junho de 2008

MST se defende e Agencia Adital, da esquerda católica, se manifesta

Clima esquenta. O MST oferece denúncia na Comissão de Direitos Humanos do Senado e a Comissão se desloca imediatamente para o RS. Em suas declarações o MST foge das denúncias, apresentando-se como vítima. Leia o texto da Adital:

Adital - O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) ofereceu hoje (24) denúncia formal na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, que se deslocou a Porto Alegre para acompanhar a situação. Em comunicado, o MST denuncia que o 'movimento está sofrendo uma verdadeira ofensiva de forças conservadores no Rio Grande do Sul, que não só não querem ver a terra dividida, como manda a constituição, mas querem criminalizar os que lutam pela reforma agrária e impedir a continuidade do MST'.

O documento apresentando ontem (23), uma ata do Conselho Superior do Ministério Público, de dezembro do ano passado, revela que o MPE pretende proibir qualquer deslocamento de trabalhadores do MST, incluindo marchas e caminhadas, intervir em escolas de assentamento, criminalizar lideranças e integrantes e 'desativar' todos os acampamentos do Rio Grande do Sul.

De acordo com a ata, o MST é visto como uma organização criminosa 'que utiliza táticas de ‘guerrilha rural’ para tomada de território estrategicamente escolhido por seus líderes'. Ainda segundo a ata, 'as ações predatórias do MST estão a exigir uma imediata e vigorosa ação representada por um conjunto de providencias que levem à neutralizaçao de suas atividades e declaração de ilegalidade do movimento'.

Para o advogado do MST e autor da denúncia, Leandro Scalabrin, a decisão do Ministério Público ofende o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, especialmente o artigo 22, nº 1, reconhecido pelo Brasil em 1992. Além disso, ofende também a Constituição Federal. O artigo 5º, inciso XVII, diz que 'é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar.'

Na denúncia apresentada pelo MST, estão todos os detalhes sobre a estratégia do Ministério Público. 'Desde a formulação destes relatórios, perceberam-se mudanças nas ações da polícia civil e brigada militar, em relação a protestos realizados por professores, pequenos agricultores, sindicalistas, trabalhadores, acusados de delitos, pessoas pobres e principalmente contra os integrantes da via campesina', afirma a denúncia.

Em vista disso, o MST pede que todos enviem cartas de protestos à Governadora Yeda Crusius, e ao procurador geral de Justiça, que é nomeado pela governadora e coordena o Ministério Publico Estadual.



 





:: terça-feira, 24 de junho de 2008

Ata do Conselho Superior do Ministério Público do RS

 

 





:: terça-feira, 24 de junho de 2008

Ainda sobre a ação dos Promotores do RS contra o MST

Transcrevo o que divulga o Políbio Braga:
 
Senhores, o Ministério Público do RS resolveu dar um basta ao MST !

As coisas estão mudando muito no Rio Grande do Sul - e para muito melhor. Não se trata apenas do exemplo que o Estado passa ao País neste caso da tolerância zero em relação aos motoristas que dirigem com qualquer dosagem de álcool no sangue.

. A notícia a seguir foi postada esta manhã neste mesmo espaço, mas ainda não se sabia que tipo de armação os deputados do PT estavam armando para a reunião ocorrida na Assembléia do RS.

. Nesta terça-feira, na Assembléia do RS, a Comissão de Direitos Humanos do Senado tentou aprontar um factóide tendo o deputado Dionilso Marcon como protagonista, mas foi surpreendida com a divulgação de um documento de três páginas surrupiado do Conselho Superior do Ministério Público do RS, onde fica claro que os procuradores gaúchos decidiram acabar com a organização criminosa intitulada MST e suas práticas igualmente criminosas. O ponto alto da audiência foi a divulgação da ata do Conselho Superior do Ministério Público que deliberou a formulação de uma política de intervenção do MP pelo fim do MST, de suas escolas, pela investigação do Incra, da Conab e da Via Campesina. Em determinado trecho, o MP indica a investigação e a criminalização do MST. O documento de três páginas, sugere o impedimento de marchas, de deslocamentos dos ativistas, assim como a desativação de acampamentos (na semana passada, procuradores e juizes se uniram para acabar com os santuários comunistas do MST no RS). Também sugere o cancelamento do alistamento eleitoral dos agricultores sem terra nas regiões em conflito e a formulação de uma política oficial do MP com a finalidade de “proteção da legalidade no campo”. 

. O MST tenta há muitos anos tornar reféns a sociedade e o governo brasileiros, mas nos últimos meses ultrapassou todos os limites da legalidade, produzindo provocações de toda ordem. Nem o governo Lula aguenta mais o MST.  

 




:: terça-feira, 24 de junho de 2008

Conselho de promotores do RS pede fim do MST

Texto que pede 'dissolução' do movimento serve de base para 8 ações contra sem-terra

'Não há como dissolver o que não existe do ponto de vista legal', diz advogado do movimento sobre o fato de o MST não ter um CNPJ,
 reconhecendo que o movimento é ilegal. A reportagem da Folha de São Paulo, é de Eduardo Scolese, da sucursal  de Brasilia.

O Conselho Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul aprovou relatório que pede a 'dissolução' do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e já serviu de base para oito ações judiciais contra sem-terra, que incluem proibição de marchas e autorização de despejos e deslocamento de acampamentos.

'Voto no sentido de designar uma equipe de promotores de Justiça para promover ação civil pública com vistas à dissolução do MST e a declaração de sua ilegalidade', afirma o promotor Gilberto Thums, em relatório obtido pela Folha e aprovado por unanimidade pelo conselho no final de 2007.

Os promotores, além de mirar na intervenção de escolas ligadas ao movimento, buscam agora um mecanismo jurídico para apresentar à Justiça o pedido de dissolução do MST. As ações atuais têm o apoio também do governo gaúcho, segundo os sem-terra.
'Nós conseguimos, com a ajuda da Polícia Militar, identificar todos [os militantes do MST]', disse o promotor Thums, que completou: 'Quem invadir, quem depredar, quem praticar atos de vandalismo e de sabotagem vai ser preso, pois já estará identificado como integrante desse movimento. Vamos mover processo criminal contra eles'.

Para o MST, trata-se da ofensiva jurídica mais dura de sua história. Como contra-ataque, o movimento promete denunciar a ação dos promotores em organismos internacionais, como ONU (Organização das Nações Unidas) e OEA (Organização dos Estados Americanos).

Criado em 1984, o MST não existe juridicamente, portanto não é simples a tarefa de extingui-lo. Numa estratégia de blindagem, justamente contra ações como a do Ministério Público, não há um CNPJ para ser anulado nem presidente para ser preso ou processado.

Para o MST, em termos de 'repressão' à sua atuação, a iniciativa dos promotores só fica atrás do 'massacre' de Eldorado do Carajás, quando, em abril de 1996, 19 sem-terra morreram em ação de desobstrução de rodovia pela PM paraense.

'Não há como dissolver o que não existe do ponto de vista legal. Numa hipótese doida, o que eles [promotores] poderiam fazer é [pedir à Justiça] a decisão de proibir todos de se reunirem como MST. A única possibilidade seria essa', disse Juvelino Stronzake, advogado do movimento.

A idéia do Ministério Público do Rio Grande do Sul é chegar ao ponto de proibir qualquer órgão do Estado de negociar contratos e convênios, com o movimento. 'Cabe ao Ministério Público agir agora. Quebra a espinha dorsal do MST', diz um dos trechos do relatório.






:: segunda-feira, 23 de junho de 2008

Mais desmandos no INCRA

O juiz federal de Marabá (PA), Carlos Henrique Haddad, ordenou a suspensão de novos repasses para assentamentos da reforma agrária no município, atendendo a pedido de liminar em ação do Ministério Público Federal.
 
Segundo a ação, a superintendência do Incra designou um porteiro e um auxiliar de enfermagem para fiscalizar a aplicação de R$ 382 milhões liberados nos últimos dez anos para 473 assentamentos. O juiz avisou que multará o órgão se houver mais repasses. A direção do Incra em Marabá não quis se manifestar
Fonte: jornal O Estado de São Paulo 20/6.




:: sexta-feira, 6 de junho de 2008

Quilombolas: cumprimento com o chapeu alheio

Até agora, a farsa quilombola, pelo menos até onde chega meu conhecimento, ficara na autodeclaração , na autodefinição, nos processos de constituição das associações, e na demarcação das terras levada a efeito pelo Incra, com o maior desrespeito para com os pequenos e médios proprietários do País, que não foram atingidos pela Reforma Agrária e agora sãp expropriados da forma mais revoltante que se poderia imaginar. Com o apoio de grande parte da midia. Vejam a denúncia que recebemoso no site do Paz no Campo.
 
'Pela TV ,no jornal local, assisti uma reportagem (Cachoeiro de Itapemirim-ES)  onde crianças, junto com seus professores, visitam uma comunidade quilombola na região de Monte Alegre e percorrem pela mata  trilhas ecológicas. Infelizmente a reportagem não explicou que essas matas da região  foram  preservadas por proprietários rurais e não pelos quilombolas commo davam a entender, Em minha propiredade tenho 40% de mata preservada que faz divisa com a comunidade quilombola. Existe a mata porque minha família preservou, e pelo que percebo os quilombolas usufruem do que preservei em proveito de movimento quilombola.  Seria isso uma atitude correta?'.
 
Fonte: Pollyana Moreira





:: terça-feira, 27 de maio de 2008

Mais uma denúncia contra o INCRA.

Recebemos mais uma denúncia contra o INCRA,. Apesar da  Advocaciia Geral da União afirmar que todos os processos de demarcação de terras quilombolas estariam suspensos até que uma nova Portaria do INCRA fosse aprovada, continuam seus agentes atuando como se nada houvesse. 
 
De Cachoeiro do Itapemirim , ES, chegou ao Paz no Campo a seguinte denúncia:
 
Hoje,13 de maio, minha cunhada Elisabete Calegário recebeu em sua casa a notificação do Incra pedindo toda documentação do seu terreno o que nos deixou muito apreensivos.  O governo Lula pelo que me parece gosta de apoiar pessoas que não trabalham. Comprei e paguei pelas minhas terras, agora vou entrega-las aos quilombolas?
Pollyana Moreira
 
 




:: segunda-feira, 26 de maio de 2008

Na Raposa do Sol, quem comanda os índios?

Para o padre Hermínio Canovo, coordenador da CPT- Comissão Pastoral da Terra, órgão da CNBB, o que está acontecendo em Raposa Serra do Sol é 'a ressurreição do movimento indígena de Roraima, que não vai ceder'. Os índios são firmes e solidários entre eles. No entanto, o Pe. Canovo também afirma que essa luta dos índios tem o apoio apenas da Igreja, porque a sociedade roraimense toda tem a visão dos fazendeiros. 
 
Aí está mais uma confissão. É a esquerda católica que está orientando e dirigindo os índios.
 




:: segunda-feira, 26 de maio de 2008

Para aonde vai a campanha pela Reforma Agrária?

A Adital - Agência Frei Tito para a América Latina, do Frei Beto, deixa transparecer qual é o próximo passo preparado pela esquerda católica, para a Reforma Agrária no Brasil. E o fez em artigo publicado hoje, 26 de maio . Qual é a estratégia da esquerda católica, que é quem no fundo comanda a esquerdização - ou  a comunistização - do País ?
 
'Diz a Adital: 'O Padre Hermínio Canovo, coordenador da CPT Nacional, esteve na reserva indígena Raposa do Sol . Em entrevista à Adital afirmou que, para proteger as reservas indígenas e, antes de tudo, democratizar a terra no Brasil,com uma reforma agrária real, desde abril, organizações da sociedade civil ,que integram o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e por Justiça no Campo, debatem sobre o limite da propriedade de terras no Brasil. O objetivo é fortalecer a organização da Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra. Segundo Canovo, estão sendo preparados vídeos, cartilhas e cartazes, para apresentar à sociedade brasileira os motivos físicos, sociais, econômicos, ambientais, geográficos e éticos desse limite. A idéia inicial é formar a sociedade sobre o tema. Enquanto isso, uma equipe de especialistas, que inclui advogados, geógrafos, agrônomos, está elaborando um projeto para ser apresentado ao país'.

A estrategia está confessada. Pode demorar, mas o caminho é esse. Vão tentar pôr um limite pequeno para destruir o agronegócio e transfomar o país num imenso acampamento destinado às já famosas 'favelas rurais'. Utopia? Para quem usa a  sovada utopia como recurso retórico para atrair os incautos com ares de bondade, qualquer meio justifica os fins. É preciso ficarmos atentos!




:: segunda-feira, 26 de maio de 2008

Amazônia à venda

 Desde 2006 e por baixo dos panos, um empresário sueco vem soprando no ouvido de parceiros internacionais uma idéia bastante vistosa: comprar terras e mais terras na Amazônia. Segundo um relatório da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) revelado pelo jornal O Globo, Johan Eliasch – consultor do primeiro-ministro inglês Gordon Brown – espalhou para o empresariado estrangeiro que “seriam necessários apenas US$ 50 bilhões para adquirir toda a floresta”. Apesar de não estarem esclarecidas, as intenções do sueco arrepiaram muita gente por aqui. Eliasch é co-fundador da ONG Cool Earth, que desde o ano passado integra a listinha negra do Ministério da Justiça, por suspeitas de irregularidades na região amazônica.
 
Fonte: site O eco





:: quinta-feira, 22 de maio de 2008

Ambientalismo histérico se esquece do homem

Vejam para  aonde nos leva o ambientalismo histérico que domina a administração atual. Essa vanguarda do retrocesso só pune o homem, que perde oportunidades ótimas, que resolveriam problemas de muita gente, mas que não é levado em consideração. É punido radicalmente.  Para eles, os ambientalistas, vale mais uma árvore (ou a ideologia socialista persecutória e punitiva)  do que o homem! Afogaram-se, inebriados, na própria insanidade!  Embora um pouco longo para os padrões de nossas postagens este artigo de Carlos Alberto Sardemberg no 'O Globo' merece ser transcrito. Repassem para sua lista!

Sem fábrica. E sem pequi

Quinta-feira, Maio 22, 2008
O GLOBO - Carlos Alberto Sardenberg

Deu numa pesquisa da Nielsen: no ano passado, nada menos que 600 mil domicílios brasileiros passaram a comprar refrigerantes.
É isso mesmo: não compravam, ganharam renda e passaram a consumir refrigerantes.
Todos os dados confirmam. Cresceu a produção dos fabricantes de bebidas e a renda do trabalhador, segundo dados do IBGE, está em clara recuperação. O consumo das famílias está crescendo mais que a expansão do Produto Interno Bruto.
 
Confiante na manutenção desse quadro, a AmBev resolveu instalar mais uma fábrica no país. Topou com os obstáculos à brasileira.

A empresa escolheu o município de Sete Lagoas, em Minas, para construir a nova planta. Comprou o terreno, por R$ 3,5 milhões, e anunciou um investimento total de R$ 240 milhões, com a criação de 800 empregos diretos e 1.200 indiretos.

Dançou.

O terreno tem 410 árvores de pequi.

Na solicitação das licenças, verificou-se que estava em vigor uma lei estadual que ninguém sabe bem como foi aprovada.

Mas foi. E diz que é proibido cortar árvores de pequi.

A AmBev propôs então plantar dez mil pequizeiros, em lugares indicados pelos órgãos ambientais, em substituição aos 410 do terreno.

Não pode. O Ministério Público Estadual embargou os processos de licenciamento ambiental, pois a lei não prevê a substituição. Diz apenas que não se pode cortar uma árvore sequer.

A prefeitura de Sete Lagoas e lideranças locais ainda estão tentando mudar o quadro. Foram a Belo Horizonte apoiar um projeto de lei que estabelece a regra da substituição (dez árvores plantadas para cada uma arrancada, menos do que a proposta da AmBev). Mas o projeto acabou saindo de pauta, porque foram apresentados vários substitutivos, provavelmente tentativas de aproveitamento político do episódio.

O fato é que a companhia está procurando terreno em outro lugar.

Vai acabar saindo a fábrica. A AmBev é uma enorme companhia, pode absorver sem dificuldades esse tipo de prejuízo e, afinal, o mercado continua aí. Para a população de Sete Lagoas, porém, o prejuízo será irreparável, caso a empresa se decida por outro município, como parece.
Para salvar 410 pequizeiros, Sete Lagoas terá perdido uma fábrica, empregos, renda, impostos e... 9.590 árvores de pequi.
Estupidez serve para definir a situação? Podem procurar: situações como essa se repetem pelo país todo, no micro e no macro. Com uma agravante: empresas grandes têm recursos e pessoal para lidar com essas adversidades. Pequenos e médios empresários simplesmente ficam pelo caminho.

Esses problemas se tornarão cada vez mais evidentes. Em um país com inflação de 5% por semana, moeda mudando de tempos em tempos, demanda lá embaixo, esses fenômenos microeconômicos eram a última preocupação.

Na medida, porém, em que foram controladas as principais variáveis macro (inflação domada — estamos discutindo se será de 4,5% ou 5,5% neste ano — contas externas resolvidas e contas públicas equilibradas, embora à custa de dívida e impostos, crédito restabelecido), aqueles fenômenos passam a ser os mais importantes.

Aqui aparecem essas legislações simplesmente absurdas, que provocam o resultado contrário. Pois está claro que empresas informais, por exemplo, não vão perguntar aos órgãos ambientais se podem trocar um pequizeiro por dois mil novos.

Provavelmente ninguém contou, mas sou capaz de apostar que existem hoje em Minas menos pés de pequi do que havia antes da promulgação da lei.

Pressão Quando o presidente Lula e seus ministros garantem que não faltará energia nos próximos anos, estão contando com o suprimento de três novas usinas hidrelétricas, as de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, e a de Belo Monte, no Xingu.

As duas primeiras têm licença prévia, foram licitadas, mas não têm as demais licenças necessárias para o início da obra. Belo Monte não tem sequer a primeira.

Ainda assim, o governo diz que Belo Monte será licitada no ano que vem e que as obras das outras duas começam este ano. E conta com a energia destas já a partir de 2012.Se isso não acontecer nesses prazos tão rápidos para obras tão grandes, vai faltar energia.

É esta a primeira pressão que está posta sobre o novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. A mesma que contribuiu para o desgaste de Marina Silva.

Fonte: http://arquivoetc.blogspot.com/2008/05/carlos-alberto-sardenberg-sem-fbrica-e.html





:: terça-feira, 20 de maio de 2008

Incra, o inimigo número 1 da propriedade particular, anda bagunçado!

O assentado José Rodrigues Porto, do Assentamento Pirituba, em Itapeva (SP), descobriu em janeiro que tinha R$ 108 mil na conta, dinheiro depositado pelo Incra. Como ele coordena projeto de habitação, achou que a verba seria para o acabamento das casas. No banco, foi orientado a apresentar projeto que justificasse o levantamento da importância. Quando apresentou os documentos ao Incra, o funcionário disse que não havia previsão da verba. Na semana passada, o Incra estornou o depósito sob a alegação de que era para outro assentamento. 'A impressão que tive é de que o Incra está bagunçado', disse Porto.

Fonte: OESP, 20 de maio de 2008 

 





:: terça-feira, 13 de maio de 2008

Comunismo espraia-se nas terras de todo o País

Não sei se meus leitores já notaram a tática que vem sendo utilizada pelo Governo, no intuíto de cada vez mais tornar indisponíveis áreas para o desenvolvimento da produção agropecuária. É uma guerra contra o agronegócio, tido como o eterno vilão que atrasa a implantação do comunismo no País. Criam-se por Decreto reservas ou desapropriam-se ou expropriam-se terras para entrega-las a quem não produz nada, como sem-terras, quilombolas, índios e outros movimentos ditos sociais. Na realidade esses movimentos são massa de manobra formados para conduzir ao comunismo ou para a formação de  grupos potencialmente guerrilheiros. Querem coletivizar as terras de particulares. Instalam-se em kolhozes ou melhor dito, favelas rurais, São bandos de ativistas - e não famílias ordenadas como querem dar a entender.  Depois que conseguem seu intuito passam a exigir mais terras, no que são solicitamente atendidos por autoridades do Excutivo. Dá-se o fato como consumado, como um direito adquirido e seus simpatizantes no Congresso criam leis para dar-lhes cobertura e crimiinalizar os proprietários que resistem. Exatamente como está ocorrendo na Reserva da Raposa Terra do Sol.

Isso vem sendo escancaradamente sendo praticado no Brasil.

Vejam a noticia abaixo.

'Nesta terça-feira, 13 de maio, às 10h, lideranças de áreas onde estão sendo criadas Reservas Extrativistas (Resex) participam de Audiência Pública sobre o tema na Câmara dos Deputados com o objetivo de pressionar o governo a acelerar o processo de criação dessas unidades de conservação e diminuir, assim, os conflitos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.'

'A audiência está sendo convocada pelo Ministério Público Federal. O atraso na definição da situação dessas unidades de conservaçãovem acirrando os conflitos e pressões contra os extrativistas.'

O movimento Ação pelas Reservas Extrativistas no Brasil aproveita a realização da Audiência Pública para promover uma manifestação em frente ao Congresso Nacional. O objetivo é pressionar o Governo Federal a acelerar os processos de criação, ampliação e retificação do decreto de nove reservas extrativistas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Os processos de criação das reservas extrativistas Médio Xingu (PA), Baixo Rio Branco-Juaperi (AM), Montanha Mangabal (PA), Ituxi (AM), Cassurubá (BA) encontram-se paralisados, alguns há mais de um ano. Já as Resex Recanto das Araras do Terra Ronca (GO) e Lago do Cedro (GO) esperam pela retificação de seus decretos de criação, e a Resex Ciríaco (MA) aguarda sua ampliação.

Na última quinta-feira (8/5), durante cerimônia de lançamento do PAS – Plano Amazônia Sustentável – pelo governo federal foram criadas quatro novas unidades de conservação. Uma delas é a Reserva Extrativista do Médio Purus, cujo processo também estava paralisado na Casa Civil da Presidência da República. Folheto promocional do PAS com os compromissos assumidos conjuntamente pelos governos estaduais, com exceção de Roraima, foi distribuído. Nele, a criação do mosaico de unidades de conservação da Terra do Meio é apontada como um dos desdobramentos do plano. Ocorre que o mosaico não foi integralmente criado. A Reserva Extrativista do Médio Xingu permanece sem definição, com o processo paralisado a pedido do Ministério de Minas e Energia.

Em março passado, o presidente da Associação dos Moradores do Médio Xingu, Herculano Costa Silva, e o diretor da Associação, Lauro Freitas Lopes estiveram em Brasília, no Ministério de Minas e Energia e na Casa Civil da Presidência da República cobrando uma definição sobre a área. Na ocasião, ouviram que a liberação do processo dependia de um parecer técnico da Agencia Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. Na mesma oportunidade, ambos estiveram na Secretaria Especial de Direitos Humanos onde solicitaram a inclusão de Herculano no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, por conta das ameaças que ele tem recebido na região.

A mobilização dos extrativistas integra também a pauta do Grito da Terra Brasil e da Marcha das Margaridas, promovidos pela Confederação Na